"Nasceu o esboço, o violão dedilhado, o piano ㅤ ㅤㅤminimalista, as letras ora lúdicas e fofas, ora pesadas e melancólicas. Agridoce. Brincávamos chamando de "fofolk": folk fofo. Mas nem ㅤㅤsempre. Melodias suaves aos ouvidos, mas letras nem sempre leves ao coração." ㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤ Pitty
20.02.12 - Recife • Cais da Alfândega •
Festival Rec Beat • 22 hrs 25.01.12 - São Paulo -SP • Sesc Pinheiros • 18 hrs •
ingressos •
promoção 22.01.12 - Natal -RN • Teatro Riachuelo • 20 hrs •
ingressos 12.12.11 - Rio de Janeiro • Teatro Sesc Ginástico • 19h •
ingressos 07.12.11 - São Paulo - SP • Teatro Mix FM • 20 hrs O8.11.11 - Volta Redonda -RJ • Cine 9 de Abril • 19 hrs e 21 hrs 31.O5.11 - São Paulo - SP • Studio SP • 23 hrs
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Os artistas brasileiros que fazem shows no festival SXSW São Paulo – A cultura brasileira invadiu o festival South by Southwest (SXSW), que está acontecendo desde o dia nove deste mês até o dia 18, em Austin, Texas, nos Estados Unidos. Além dos filmes exibidos, a parte musical do evento, que começa hoje, traz várias atrações tupiniquins. Os cantores de MPB Tiê, Renato Godá e Tita Lima, as bandas Agridoce, projeto paralelo da cantora Pitty, Some Community e Copacabana Club, e até a funkeira Zuzuka Poderosa, entre outros artistas, estão escalados para se apresentar nos mais de 100 palcos da cidade. Ao todo, são 14 representantes do Brasil entre as cerca de 2.000 bandas escaladas. Eles tocarão ao lado de músicos de peso, como o veterano Bruce Springsteen. Confira ao lado quem são os brasileiros que vão tocar no festival.
Exclusivo: Veja Como Foi O Show Do Agridoce No Aniversário De São Paulo No fim da tarde da última quarta-feira (25) – aniversário da cidade de São Paulo – a cantora Pitty e o guitarrista de sua banda, Martin, subiram ao palco do Teatro Paulo Autran, no Sesc Pinheiros, para apresentar o seu novo projeto Agridoce. No entanto, as cadeiras completamente tomadas por vozes que acompanhavam cada palavra dita nas canções, não pareciam ver tudo aquilo pela primeira vez. O grupo, lançado em novembro de 2011, já pode ser considerado um sucesso. O som é um pouco diferente do feito por Pitty usualmente; é mais calmo, bem mais intimista e um tanto folk. É feito de “melodias suaves aos ouvidos, mas letras nem sempre leves ao coração”, define a cantora explicando também o nome do projeto. O disco do Agridoce foi gravado durante 22 dias em um estúdio/sítio na Serra da Cantareira (SP), com produção de Rafael Ramos, o responsável pelo selo Vigilante – selo de discos alternativos da Deck. No início, no entanto, as músicas surgiram para preencher um tempo de férias ocioso, uma abstinência de produzir novas canções. As primeiras composições foram disponibilizadas no MySpace e rapidamente caíram no gosto do público; diante disso parecia inevitável a concretização do álbum. No show, os dois músicos também são acompanhados de Luciano Malásia (percussão) e Loco Sosa (samplers e gravações). A preocupação era poder trazer para o palco a atmosfera de quando o disco foi feito; a princípio as músicas eram só piano, violão e vozes mas ao longo do processo outros instrumentos e sons diversos foram incluídos. No Sesc Pinheiros a primeira música executada foi “Upside Down”, ao contrário do que indica o título é uma música em português com apenas o refrão em inglês. Esta, aliás, é uma liberdade que o projeto se permite, brincar com os idiomas e escolher o que melhor se adequa à melodia. A canção começa ser cantada por Martin, que também tem outro projeto com o baterista da banda de Pitty, o “Martin e Eduardo”. Ele tocou com um violão emprestado de Marcelo Gross (Cachorro Grande) e se mostrou completamente à vontade ao assumir os vocais garantindo a mesma qualidade vocal de Pitty. Depois veio um lado B do projeto, “B. Day” – que está disponível para audição apenas na Internet – seguida de “Romeu”, “20 passos” e “Epílogos”, todas cantadas praticamente em uníssono pela platéia. É na hora desta última que o cuidado visual do Agridoce também fica nítido. No grande palco não havia cenário algum, apenas um telão que apresentava vídeos casados com as canções; no caso de “Epílogos” o crescimento de um feijãozinho tal qual a experiência que fazemos no jardim da infância era apresentado enquanto a dupla cantava os versos: “Primeiros aniversários, as festas, balões coloridos. Bailes de debutante, as noites em claro. Depois os casamentos, amores e nascimentos. Por fim os funerais, as camas de hospitais.” O ciclo completo. Na primeira conversa com a plateia a dupla parabeniza a cidade de São Paulo pelos 458 anos, contam que escolheram a paulicéia como sua casa e agradecem pelas oportunidades e crescimento que tiveram aqui. Os músicos são da Bahia, mas moram aqui há cerca de sete anos. A sexta música foi “Dançando”, a primeira criação e o primeiro single do Agridoce. Foi a hora da platéia vibrar e cantar com empolgação. Plateia esta formada por um grupo heterogêneo; claro que havia inúmeros fãs da Pitty, mas tinha também famílias, casais mais velhos e muitas pessoas que comentavam nunca ter visto outro show da cantora. Parece que o Agridoce já tem seu público próprio. Em seguida foi a vez de Pitty mostrar sua parte francesa, cantando “Ne Parle Pas”. A única cover da apresentação foi a última faixa do disco “Please, please, please, let me get what I want”, um clássico da banda inglesa Smiths. Ao apresentar a canção Martin e Pitty comemoram com ansiedade os prováveis shows do vocalista Morrissey no Brasil. Seria incrível uma abertura do Agridoce nessas apresentações. “130 anos” e “Embrace the Devil” tiram Pitty do piano e a deixam no comando de instrumentos pouco vistos como a escaleta e o xilofone. Seguindo o show com “Rainy”, o telão chama atenção novamente com uma imagem da letra da música sendo escrita e desmembrada com desenhos e pensamentos em preto e branco. “Say”, composta em parceria com Ricardo Spencer e “O Porto” são a deixa para os agradecimentos, os muitos aplausos e o que parecia ser o fim de um belo show. No entanto, após alguns segundos de espera, a dupla volta para o bis com “Alvorada”, canção também não disponível no disco e pedida insistentemente por alguns fãs. Depois de explicar o repertório ainda pequeno e chamar novamente ao palco os músicos Malásia e Loco Sosa, o já hit “Dançando” e “Romeu” são executados novamente. “Temos impressão de que nosso filho já está encaminhado na vida, é bem sucedido, é um orgulho pra nós”, disse Martin antes de tocar “Dançando” no bis. É o que vemos também. A impressão que se tem ao fim do show é de ter presenciado a apresentação de um projeto feito com muito cuidado. Desde as composições até a execução de cada música para a plateia, das melodias aos vídeos apresentados no telão. A próxima apresentação confirmada do Agridoce será em Porto Alegre/RS, dia 15 de março, no bar Opinião. 26.01.2012 por: Reduto do Rock postagem: Patrícia ----------------------------------------------------------------------------
"Gostinho de aventura que está só começando", diz Martin sobre Agridoce O projeto Agridoce é recente mas já conquistou público e crítica. Formado pela vocalista Pitty e o guitarrista de sua banda Martin, eles lançaram um disco no final do ano passado e agora começam a aparecer nos palcos. Em entrevista ao "Guia da Folha", Martin se disse impressionado e feliz com os ingressos esgotados para o primeiro show. "Ficamos muito felizes quando soubemos disso [do show lotado], funciona como um grande `feedback` pro nosso trabalho". O primeiro sucesso emplacado pela dupla foi "Dançando", que já uma das mais tocadas nas rádios do Brasil. O álbum mistura várias experimentações, com base em piano e violão. "O público tem nos recebido super bem, e estamos muito empolgados com esse gostinho de aventura que está só começando", comenta Martin. "Tem sido uma aventura deliciosa poder tocar violão e dividir as vozes com Pitty". 25.01.2012 por: POP postagem: Patrícia ----------------------------------------------------------------------------
Martin diz que novo projeto com Pitty tem "gostinho de aventura" Imagine fazer o primeiro show de seu novo projeto já com ingressos esgotados. É assim, com mais de mil pessoas na plateia, que Pitty e Martin vão mostram as canções de Agridoce nesta quarta-feira (25), no teatro Paulo Autran, no Sesc Pinheiros (zona oeste de São Paulo). A apresentação ocorre a partir das 18h, e não há mais lugares disponíveis. "Ficamos muito felizes quando soubemos disso [do show lotado], funciona como um puta 'feedback' pro nosso trabalho", conta Martin, em entrevista ao Guia. O músico, que é o guitarrista da banda da Pitty, agora se juntou à cantora neste projeto intimista e cheio de experimentações, lançado em novembro de 2011. A música "Dançando" já está na lista das mais tocadas nas rádios, e a dupla --que gravou o disco com base em piano e violão-- recebe outros dois músicos neste show: Luciano Malásia (percussão) e Loco Sosa (parte de programações). "O público tem nos recebido super bem, e estamos muito empolgados com esse gostinho de aventura que está só começando", completa Martin, que diz que subir ao palco com o Agridoce é o que te dá mais prazer ultimamente. * LEIA O BATE-PAPO COM MARTIN: Guia Folha - Fazer show com o Agridoce, atualmente, é o que te dá mais prazer? Martin - Sim. Gravar o disco foi uma delícia, com o exílio voluntário na Serra da Cantareira e todas as experimentações sonoras, mas, uma vez que ele ficou pronto, tentar carregar essa atmosfera para o palco passou a ser o desafio da vez. Para soar o mais fiel possível ao disco, recrutamos dois músicos para nos acompanhar: Malásia na percussão e Loco Souza nos samples e programações, e o resultado tem nos deixado muito satisfeitos. O público tem nos recebido super bem, e estamos muito empolgados com esse gostinho de aventura que está só começando. Que tipo de pessoa você acha que gosta/vai gostar das músicas do Agridoce? Românticas? Ecléticas? É muito difícil classificar. Vejo vários fãs de Pitty nos acompanhando, assim com vejo muitas caras novas, de pessoas com perfis muito diferente do que estávamos acostumados com o trabalho anterior. Espero que o som bata pra quem gosta de música, mais que de rótulos. Já neste primeiro show em SP os ingressos se esgotaram bem antes. É sinal de que o projeto deu certo? Espero que sim! Ficamos muito felizes quando soubemos disso, funciona como um puta "feedback" pro nosso trabalho. Por outro lado, sabemos que muita gente que queria ir ficou sem ingresso, e espero que role algo em São Paulo de novo o quanto antes. Qual a importância do Agridoce na sua carreira? É muito grande, tenho aprendido muito com essa empreitada e estou adquirindo conhecimento que vou aplicar em todos os trabalhos que fizer pra frente. É uma afirmação, pra mim, como compositor e tem sido uma aventura deliciosa poder tocar violão e dividir as vozes com Pitty. 25.01.2012 por: Fabiana Seragusa- Guia Folha postagem: Patrícia ----------------------------------------------------------------------------
Pitty estreia nos palcos sua faceta fofinha Quem está acostumado com o som mais pesado de Pitty vai se surpreender. Ao lado do guitarrista de sua banda, Martin, ela lança nesta quarta (25) o projeto Agridoce, em um show no Sesc Pinheiros que já tem ingressos esgotados. Afastando-se de instrumentos elétricos, Pitty toca piano e Martin, violão, nas doze músicas do disco que leva o nome do projeto, lançado em novembro último. Nas letras, sai o discurso contestatório e entram os questionamentos introspectivos. Pitty garante: se há algum romantismo no álbum, ele não é no sentido literal da palavra. “As letras que as pessoas interpretam como românticas muitas vezes têm uma espécie de analogia com alguma outra coisa que não seja necessariamente uma relação amorosa”, explica. Apesar de terem apelidado o novo estilo como “fofolk”, Pitty e Martin afirmam que o som não é só “fofinho”. “Pode ter momentos assim, mas vai além disso”, argumenta a cantora. Em entrevista a VEJINHA.COM, Pitty e Martin contam um pouco mais sobre o novo projeto: VEJA SÃO PAULO — Algumas de suas músicas já exploravam um lado mais romântico, mas nesse novo trabalho essa veia está bem mais expressiva. Isso era algo que vocês já queriam fazer antes? Martin — Eu não acho que o lado romântico seja tão predominante no disco do Agridoce. Talvez os timbres mais suaves, por conta do formato, causem essa impressão, mas as temáticas nem sempre correspondem. Pitty — Se existe algum romantismo, ele pende mais pro lado byroniano, ultrarromântico, literariamente falando. É o lado trágico, denso, dos amores como um todo. E mesmo as letras que as pessoas interpretam como românticas muitas vezes têm um duplo sentido, uma espécie de analogia com alguma outra coisa que não seja necessariamente uma relação amorosa. Acho que essa característica já vem desde antes, desde as músicas dos meus discos solo. VEJA SÃO PAULO — Suas letras normalmente são contestatórias e filosofam sobre os problemas da sociedade – com exceções, é claro. No Agridoce você se permitiu ser mais romântica? Pitty — Acho que no Agridoce, por ser um trabalho naturalmente mais introspectivo, acabou surgindo uma abordagem sobre temas e questionamentos humanos mais internos. VEJA SÃO PAULO — De onde vem a inspiração para as letras? Está em um momento mais apaixonado da sua vida? Martin — Sim. Pitty — Vem de muitos lugares diferentes. Totalmente de dentro e algumas vezes causados por circunstâncias externas. Livros, filmes, um assunto que surge na mesa de bar ou na mesa da cozinha, uma tarde com os amigos, um dia de chuva. Toda e qualquer coisa pode disparar a fagulha que dá vontade de escrever, só depende do estado de espírito e da sensibilidade no dia. VEJA SÃO PAULO — As letras em inglês já apareceram antes em alguns momentos da sua carreira, mas de onde surgiu a vontade de gravar em francês? Pitty — Já tinha vontade de experimentar algo em francês há bastante tempo, aí surgiu essa música [“Ne Parle Pas”], que parecia combinar muito com a sonoridade desse idioma, e aproveitei o ensejo. VEJA SÃO PAULO — Acha que os fãs da Pitty vão estranhar ver esse lado mais “fofinho”? Pitty — Não acho que os fãs vão estranhar e também acho que definir esse lado exclusivamente como "fofinho" é nivelar superficialmente o trabalho. Pode ter momentos assim, mas vai além disso. De qualquer forma, acho que quem me acompanha de perto sabe que sou aventureira e gosto de experimentar coisas, então, por tabela, parece ser aberto a essas experimentações. VEJA SÃO PAULO — Quanto tempo vocês pretendem tocar o projeto até voltarem das “férias” com a banda Pitty? Martin — O tempo que ele durar. Não fazemos muitos planos a médio/longo prazo, gravamos o disco, vamos começar uma turnê e depois ver no que dá. VEJA SÃO PAULO — A banda que já conhecemos da Pitty sofrerá alguma influência por essas novas experiências com sonoridades diferentes? Martin — Claro que sim, assim como nos beneficiamos das experiências que tivemos com “Pitty” nesse projeto. O Agridoce tem sido uma grande escola, tanto para criar quanto para gravar e eu tenho aprendido muito. Pitty — É cedo pra saber especificamente que tipo de influência isso pode gerar até estarmos de volta das “férias”. Mas toda nova vivência traz bagagem e isso é sempre bom. VEJA SÃO PAULO — De onde vieram as influências para o som da banda? Martin — Não sei como ou se todos se manifestam no som do Agridoce, mas Nick Drake, Sean Lennon, Neil Young e John Lennon são alguns artistas que escutamos muito durante a criação do projeto e do disco. Pitty — E as texturas do Arcade Fire e da Charlotte Gainsbourg, o timbre de violão do Johnny Cash. VEJA SÃO PAULO — Como surgiu a brincadeira de “fofolk”, que vocês postaram na internet e acabou pegando? Pitty — O lance do "fofolk" surgiu porque ainda não tinha nome de banda nem nada, a gente só se encontrava pra fazer um som e era uma forma de nos referimos a esse ato de se juntar pra tocar. Um neologismo interno que acabava evoluindo de brincadeira para um verbo: "E aí, vamos fofolkar hoje? Então tá, passo aí às três". VEJA SÃO PAULO — Já têm em mente novas ideias para o Agridoce? Ele vai se tornar um projeto fixo ou foi resultado da vontade de criar um álbum diferente? Martin — Por enquanto estamos super envolvidos com o início da turnê e sem saber direito aonde vai dar tudo isso. Nossa nova ideia para o Agridoce tem sido elaborar e ensaiar o show, estou muito empolgado com ele e morrendo de saudade de cair na estrada. 24.01.2012 por: Catarina Cicarelli - Veja São Paulo postagem: Patrícia ----------------------------------------------------------------------------
Agridoce: 'Saímos do armário da delicadeza' Justificar um lado desplugado não tarefa fácil para quem se acostumou a viver rodeada de amplificadores. Pitty é sinônimo de rock. Em seu mais novo projeto, Agridoce, ela foi se esconder atrás do piano para entregar composições de inspiração folk. O trabalho é compartilhado com o guitarrista de sua banda, Martin Mendezz. Eles garantem: a imersão acústica não é nenhuma aventura para dupla. “Esse já era um lado que a gente já exercitava. Até nas turnês da Pitty a gente tirava um cover. Até Menudo a gente já tocou”, revela Martin em entrevista para o programa MPB Café Eldorado. Para Pitty, o Agridoce está longe de ser um retrato mansinho do duo. “O que alguns entendem por calmo, tranqüilo, a gente entende como psicodélico, lúdico”, explica no papo com o apresentador Regis Salvarani. Tudo começou com uma música no Myspace e logo virou coisa séria. O produtor Rafael Ramos, responsável pelo selo Vigilante, propôs a feitura do disco e logo a dupla se trancou numa casa na Serra da Cantareira para dar forma às novas composições e outros covers. O álbum, já nas lojas, traz faixas em português, francês e em inglês, como a leitura para o clássico do Smiths, Please, Please, Please, Let Me Get What I Want. No MPB Café Eldorado, além de contarem como nasceu o disco, Pitty e Martin gravaram versões exclusivas no estúdio da Rádio Eldorado, aproveitando do som impecável do piano da emissora. 23.01.2012 por: Território Eldorado postagem: Patrícia ----------------------------------------------------------------------------
Pitty estreia novo projeto com ingressos esgotados São Paulo recebe no próximo dia 25 de janeiro a estreia de Pitty com seu projeto paralelo Agridoce. Tanta expectativa do público fez com que os ingressos rapidamente se esgotassem. Pitty e seu guitarrista Martin resolveram juntos criar despretensiosamente o projeto Adrigoce. Mas parece que a ideia cresceu tanto que eles já lançaram um disco, um clipe e agora vão fazer o primeiro show. A música "Dançando", primeiro single do novo trabalho, é uma das mais pedidas nas rádios do Brasil. Além dela, eles devem tocar "Upside Down", "Embrace The Devil" e "20 Passos". A composição e gravação do disco lançado em novembro foi bem em cima da experimentação de novos sons. Quase todos os instrumentos não são elétricos. Para transimitir isso nos shows ele vão contar com o percussionista Luciano Malásia e Loco Sosa nas programações. 20.01.2012 por: POP postagem: Patrícia ----------------------------------------------------------------------------
Pitty // Turnê Agridoce chega a Natal Pitty em versão acústica. Ou pelo menos nem tão rock, nem tão intimista. É o que o público presencia no novo projeto da roqueira, chamado Agridoce. O projeto paralelo surgiu de forma casual em parceria com o músico guitarrista Martin Mendezz. Será apresentado pela primeira vez aos potiguares e mostrará no palco uma outra faceta da cantora e dos músicos, mais minimalista e introspectiva. O show será às 20h deste domingo e os ingressos estão sendo vendidos na bilheteria do Teatro e no site www.ingresso.com. O Agridoce surgiu nos intervalos de shows e férias da turnê da cantora. Ela e Martin começaram a compor informalmente e tocar músicas de melodias mais delicadas e acento folk, bastante diferente do trabalho autoral da Pitty e que não caberiam em um CD autoral da cantora. "O Agridoce representa a nossa vontade de se aventurar em universos musicais distintos do nosso trabalho já conhecido. Explorar novas texturas, novas formas de compor, em instrumentos diferentes para nós", contam eles. 20.01.2012 por: Diário de Natal postagem: Patrícia ----------------------------------------------------------------------------
Pitty em show com guitarrista Martin Mendezz O dia 22 de janeiro ficará marcado na agenda de shows do Teatro Riachuelo. Agridoce, projeto paralelo de Pitty com o músico Martin Mendezz será apresentado pela primeira vez aos potiguares e mostrará no palco uma outra faceta da cantora e dos músicos, mais minimalista e introspectiva. O show será neste domingo, dia 22, às 20h e os ingressos estão sendo vendidos na bilheteria do Teatro e no site www.ingresso.com, aos preços de: Balcão Nobre: R$ 100 (inteira) R$ 50 (meia), Plateia A/B: R$ 120 (inteira) R$ 60 (meia), Frisas: R$ 120 (inteira) R$ 60 (meia), Camarotes: R$ 120 (inteira) R$ 60 (meia) Projeto paralelo da cantora Pitty com seu guitarrista Martin, Agridoce está sendo muito aguardado pela mídia, que vem noticiando a história desde que as primeiras músicas foram disponibilizadas na internet. As rádios ficaram muito entusiasmadas com o primeiro single, "Dançando", e começaram a tocá-lo... Agridoce surgiu nos intervalos de shows e férias da turnê da cantora. Ela e Martin começaram a compor e tocar músicas de melodias mais delicadas e acento folk, bastante diferente do trabalho autoral da Pitty. "O Agridoce representa a nossa vontade de se aventurar em universos musicais distintos do nosso trabalho já conhecido. Explorar novas texturas, novas formas de compor, em instrumentos diferentes para nós. Começou de forma despretensiosa, e isso é algo que a gente pretende manter." - contam eles. Aos poucos Agridoce foi criando forma, ganhou uma página no MySpace, veio o contrato com o selo Vigilante (Deck), um show de estreia no Studio SP e a gravação do álbum. Para estarem totalmente no clima, foi montado um estúdio numa casa da Serra da Cantareira, bem no estilo do som do duo, para onde se mudaram temporariamente: Pitty, Martin, o produtor Rafael Ramos, Jorge Guerreiro (engenheiro de som) e o fotógrafo e cinegrafista Otávio Sousa. Lá Pitty (voz e piano) e Martin (voz e violão) gravaram as 12 canções que compõe o álbum, que chega às lojas no início de novembro. "Seria interessante que as pessoas exercitassem um desprendimento de tudo o que elas acham que sabem sobre nós na hora de escutar esse projeto" - avisam Pitty e Martin O Agridoce é um projeto paralelo da cantora Pitty com seu guitarrista Martin, que surgiu nos intervalos de shows e férias da turnê da cantora. Ela e Martin começaram a compor e tocar músicas de melodias mais delicadas e acento folk, bastante diferente do trabalho autoral da Pitty. "O Agridoce representa a nossa vontade de se aventurar em universos musicais distintos do nosso trabalho já co-nhecido. Explorar novas texturas, novas formas de compor, em instrumentos diferentes para nós. Começou de forma despretensiosa, e isso é algo que a gente pretende manter", contam eles. 20.01.2012 por: Jornal Metropolitano postagem: Patrícia ----------------------------------------------------------------------------
Melodias delicadas unem Pitty e Martin no Agridoce Doce e salgado, agridoce. É a oposição e mistura de sabores que dá uma ideia da música que a cantora baiana Pitty e o guitarrista Martin Mendezz fazem no projeto acústico Agridoce. Os natalenses terão a oportunidade de conferir o resultado ao vivo neste domingo, às 20h, no Teatro Riachuelo. Para ouvir o Agridoce, é preciso esquecer as guitarras distorcidas e os ritmos rápidos habituais de Pitty. As melodias são delicadas e o tom cai para a música folk. Agridoce surgiu nos intervalos de shows e férias da turnê da cantora. Ela e Martin começaram a compor e tocar músicas bastante diferentes do trabalho autoral da Pitty. O resultado foi agradando tanto, que acabou por virar show e um disco, lançado em novembro do ano passado. O primeiro registro fonográfico do Agridoce traz 12 canções, entre elas, "Dançando", "Say", "20 passos", "Upside down", "Rainy" , "Please, Please,Let Me Get What I Want" (Smiths) e mais uma em francês, "Ne parle pas". Pitty toca piano e Martin o violão; ambos cantam. A gravação do disco seguiu o clima do som. Foi montado um estúdio numa casa da Serra da Cantareira, bem no estilo da música do duo, para onde se mudaram temporariamente: Pitty, Martin, o produtor Rafael Ramos, Jorge Guerreiro (engenheiro de som) e o fotógrafo e cinegrafista Otávio Sousa. "Seria interessante que as pessoas exercitassem um desprendimento de tudo o que elas acham que sabem sobre nós na hora de escutar esse projeto", já avisaram Pitty e Martin. E completou: "Explorar novas texturas, novas formas de compor, em instrumentos diferentes para nós". Ela faz questão de manter o tom despretensioso do trabalho. Serviços: Agridoce. Domingo, às 20h, no Teatro Riachuelo. Preço: R$120 (inteira) e R$60 (estudante). Tel.: 4008-3700. 20.01.2012 por: Tribuna do Norte postagem: Patrícia ----------------------------------------------------------------------------
Agridoce estreia em São Paulo com ingressos esgotados No próximo dia 25 de janeiro, Agridoce estreia em São Paulo com ingressos esgotados. O projeto da cantora Pitty e de Martin Mendonça, seu guitarrista, já está entre as mais tocadas nas rádios de todo o País. O Agridoce, que lançou seu primeiro álbum em novembro do ano passado, surgiu nos intervalos do show de Pitty. Ela e Martin alugaram uma casa na Serra da Cantareira, em São Paulo, e lá se refugiaram com diversos instrumentos - quase nada elétrico -, dando origem a músicas inéditas e muito experimentais. As 12 faixas do disco estarão no show da capital paulista, que acontece no Sesc Pinheiros. Upside Down, Embrace The Devil e 20 Passos estão garantidas no repertório e contarão com a ajuda de dois músicos, um na percussão e outra na programação. 19.01.2012 por: Terra postagem: Patrícia ----------------------------------------------------------------------------
Agridoce: música doce para pessoas amargas Eles foram surgindo devagar: com um Myspace, algumas demos, um Twitter e só em novembro lançaram o primeiro disco. “Música doce para pessoas amargas”, dizem os músicos sobre o conceito do disco. Estamos falando do Agridoce, projeto de Pitty Leone e Martin Mendezz, o qual foi criando vida na sala da casa da cantora em idos de 2009. Influenciados por Nick Drake, Iron&Wine, Elliott Smith e tantos outros artistas, Pitty e Martin, acompanhados do produtor Rafael Ramos, do engenheiro de som Jorge Guerreiro e do fotógrafo/cinegrafista Otavio Sousa, se isolaram na Serra da Cantareira, onde lá permaneceram durante 22 dias do mês de agosto do ano passado para produzir o disco no qual Martin abusa dos violões e Pitty se relaciona carinhosamente com o piano. Cantando quase todas as faixas do disco, Pitty entona sua voz com uma incrível doçura, mas não se engane: a aparência doce das músicas reveste letras e contextos azedos. Para dar vida ao disco no palco eles chamaram outros dois músicos: Luciano Malásia (na percussão) e Loco Sosa (que vai soltar os samples “de tudo que não é violão, nem piano, nem percussão”, explica Martin). “O resultado é intimista, mas o sentimento é rock’n'roll. No fundo sinto a mesma coisa que quando estou tocando uma bateria, só que com um pouco mais de inteligência”, diz Loco Sosa, o cara dos samples. Malásia também comenta que “é muito legal tocar e conviver com eles, as músicas são ótimas e é sempre um desafio, estamos começando a fazer shows. Por mais que a gente ensaie nunca sabemos muito bem o que vai rolar e isso é muito estimulante”. Um pouco do que aconteceu desde o surgimento das músicas até o lançamento do disco você confere nessa entrevista feita por e-mail para a Revista do Opinião, agora também no The Backstage – sem edições! Enjoy the trip, porque aqui você lê a original (a little big). Carol – O Agridoce surgiu na sala de Pitty, tomou uma grande proporção e agora está aí, chamando tanta atenção quanto a banda principal. Podem nos contar um pouco sobre como foi desde o nascimento do projeto até a ideia de gravar o disco? Martin – Quando o repertório cresceu e começamos a nos sentir mais a vontade com esse novo formato a idéia de gravar um disco e fazer shows foi se tornando cada vez mais um desafio atraente e se mostrando um desdobramento natural do projeto. Rafael acabou sendo o grande catalisador desse disco, ele acompanhou o Agridoce a distância desde o começo e sempre manifestou a intenção de se juntar a nós nessa empreitada e de fazer um registro mais cuidadoso das canções. Pitty – Demorou bastante desde as jam sessions caseiras até o disco. Já estamos há uns dois anos nessa de compor, maturar as ideias, resolver finalmente transformar o projeto num álbum. No começo, nem sabíamos que seria um projeto e muito menos que viraria disco. A coisa foi indo, foi indo… C – O Agridoce é fruto de encontros descompromissados entre os dois. Demorou até vocês resolverem disponibilizar “Dançando” na internet, já que inicialmente era algo muito particular, ou foi uma consequência natural? M – Disponibilizamos “Dançando” na internet no exato momento em que ela ficou pronta. Apesar do caráter particular e pessoal não resistimos ao desejo de compartilhar aquilo que tínhamos acabado de realizar e que tinha nos empolgado tanto. P – Não lembro exatamente quanto tempo demorou entre só tocar em casa e termos uma música de verdade, pronta. Mas lembro que se passou um certo tempo antes disso. C – Se isolar em uma casa no meio do mato deve ter sido uma experiência muito interessante, artisticamente e pessoalmente falando. Dá pra perceber que as músicas saíram de uma casa e foram para outra, sem horário marcado em um estúdio. Isso foi pensado para não perder o caráter intimista? M – Totalmente. Além disso estávamos atrás da aventura de gravar num ambiente que não foi previamente preparado pra isso, o que acaba gerando ótimos desafios e resultados surpreendentes. A maneira peculiar como os instrumentos soavam lá e os ruídos naturais da casa estão presentes em todo o disco e conferem a ele muita personalidade, essas interferências eram elementos que estávamos buscando quando fomos gravar lá. P – E a imersão total e completa na coisa, sem interferência externa, sem telefone, internet ou televisão. Só a música e criação, 24h por dia. C – 22 músicas em 22 dias. Existia alguma rotina na casa ou vocês gravavam, dormiam e jantavam na hora em que sentissem vontade? M – Respeitamos acima de tudo o ritmo natural do disco, tínhamos um prazo e um trabalho a concluir mas tentamos fazer tudo no seu melhor tempo. Essa prolificidade acabou sendo fruto do clima agradável criado por essa rotina. P – E acabamos criando um fuso horário completamente particular. Café da manhã às duas da tarde, almoço às sete da noite e dormir só quando o último pedia arrego, rsrs. E gravar e tocar o tempo todo que desse vontade. C – É perceptível que até mesmo as músicas que vocês tinham disponibilizado no Myspace acabaram tomando novos rumos, ficando mais sofisticadas. Ficar apenas entre 5 pessoas ajudou nessa composição, já que vocês não sofriam influências exteriores? M – Sim. Realizar esse disco em parceria com Rafael Ramos foi um fator crucial pro trabalho tomar esses novos rumos. Temos uma relação muito boa com ele, tanto profissional quanto pessoal, e sabíamos que permitir essa interferência seria muito proveitoso e enriquecedor. P – É a questão da confiança e da sincronicidade de ideias que permite essa interferência. Desde o começo sabíamos que queríamos o mínimo de gente possível, porque cada um que chega vem com uma energia a mais. E sabíamos que as energias tinham que combinar, então cada um ali foi escolhido a dedo. C – Alguma idéia sobre o que fazer com as músicas que não entraram no disco, ou ainda é cedo para pensar nisso? M – Ao seu tempo algumas delas vão tomando seu rumo, por exemplo “La Javanaise”, versão de Serge Gainsbourg que gravamos, entrou como bônus track na venda do disco pelo iTunes. P – “BDay” apesar de não ter entrado no disco está no repertório do show, e por aí vai. Conteúdo nunca se perde. C – Martin é guitarrista e no seu projeto com Duda (Martin e Eduardo) apareceu como letrista e vocalista. Como é dividir as composições? Vocês dividiram também as letras, ou um chegava com a letra e o outro com a melodia? M – Essa divisão é uma característica do projeto, já tínhamos colaborado em composições anteriormente, mas o Agridoce é baseado nessa parceria. Não temos um método para compor, geralmente alguém chega com uma idéia e vamos desenvolvendo, mas temos casos de canções que já chegaram quase prontas e outras em que fizemos tudo juntos partindo do zero. P – Eu tenho mais costume de fazer as letras/melodias e ele as harmonias por ser mais o terreno de cada um, mesmo. No Agridoce rolaram outros processos além desse, mas ainda prevaleceu a coisa de “cada um canta sua letra”. A tendência é misturar cada vez mais, acho eu, até o ponto de ninguém mais saber quem fez o quê. C – “Upside down”, só para exemplificar, ratifica a cumplicidade entre a dupla. A letra é natural, bonita e simples, além de uma amargura no refrão. Aquele “I don’t belong here” não vem de hoje, acredito eu. Pensando nisso e na música brasileira, parece que estamos todos em uma geração que foi perdendo a sua personalidade… Infelizmente existe a necessidade de se encaixar para ter espaço. Como vocês enxergam essa adaptação das bandas à modinha atual? M – Acho que isso se deve a uma “preguiça” que foi inoculada no grande público pelos meios de comunicação em massa, as pessoas esperam que a mensagem venha facilmente digerível e numa embalagem familiar. Apesar dessa estética predominar ainda existem bons exemplos de artistas na contramão dessa tendência, e como tudo é tão volátil quando se fala de mercado acredito que essa mesa, mais cedo ou mais tarde, vai virar. P – A gente não pensa nem em se encaixar nem em desencaixar. A gente gosta de fazer as coisas que a gente gosta, e depois fica torcendo para que haja um nicho pra ela em algum lugar do mundo. Eu não acredito nessas bandas ou artistas que buscam “se encaixar”. É o que você falou, não tem personalidade e fica evidente a farsa. Só engana quem não tem um pouco de senso crítico- o que, infelizmente, pode ser a maioria. C – Você assinam todas as músicas do disco, exceto “Say” e “Please, please, please, let me get what I want”, uma versão do The Smiths. Quem também assina “Say” é Ricardo Spencer, diretor/roteirista que já fez vários trabalhos com vocês. Como foi a composição dessa música? M – A música nasceu na varanda da casa de Pitty entre algumas cervejas enquanto nos preparávamos pra ir a um show. Spencer tinha a idéia de uma melodia, peguei o violão e fomos encaixando as coisas. Gravamos toscamente no celular e depois num ensaio eu e ela finalizamos o arranjo enquanto Spencer terminava a letra, foi tudo muito rápido e divertido, essa música foi um presente pra nós. C – O videoclipe de “Dançando” já tem mais de 320 mil visualizações no Youtube, e sabemos que o Otavio Sousa registrou todo o período em que vocês ficaram na casa. Há previsão de um novo clipe por aí ou um possível DVD? M – Ainda não sabemos o que vai se tornar o material, mas já assistimos alguns trechos e temos muita vontade de mostrar isso pras pessoas. P – Eu acho que pode virar alguma coisa; não sei se documentário, filme ou tudo misturado. Mas tem todo o processo de gravação documentado, e acho que pode ser interessante dividir isso em algum momento. 19.01.2012 por: Carol Govari Nunes - Revista opinião/The Backstage postagem: Patrícia ----------------------------------------------------------------------------
UM CHOPE COM Agridoce: 'O piano é a natação dos instrumentos musicais' Fãs assumidos de barzinhos ("Se deixar a gente passa o dia inteiro comendo comida de boteco!"), Pitty e o guitarrista Martin tomaram um chope (e uma caipiroska!) com o Multishow pra falar sobre o Agridoce, seu novo projeto musical. Nascido de maneira absolutamente espontânea ("Um belo dia surgiu essa onda da gente se juntar lá em casa e fazer um som com piano e violão", contam), o Agridoce une Pitty e Martin a um repertório muito mais suave que seu rock habitual. De brincadeira, os dois deram ao novo projeto o apelido de "fofolk" -- um folk fofo --, mas admitem que é difícil definir o novo som que fazem: "Acabou tomando vida própria". Nesse chope com o Multishow, os músicos detalham o Agridoce e ainda apresentam duas canções, "Embrace The Devil" e "Dançando".
Confira: 13.01.2012 por: Multishow postagem: Patrícia ----------------------------------------------------------------------------
Agridoce para os ouvidos Neste
post, apresentamos o projeto paralelo da Pitty com o guitarrista de sua banda, Martin. Hoje, quem fala sobre o Agridoce são os próprios integrantes. Vocês sentem que o retorno do Agridoce vem de fãs muito diferentes do som que vocês fazem com a Pitty? Martin – Também. Consigo enxergar tanto fãs antigos quanto novas caras. São sonoridades bem distintas. Agora, no começo, tudo fica um pouco misturado, mas acredito que, com o tempo, essa diferença comece a aparecer mais. O processo de criação e inspiração do primeiro álbum foi feito num estúdio em São Paulo, na Serra da Cantareira. Como isso funcionou na prática? Todas as ideias começaram lá? M – Na verdade, a maior parte da criação foi feita em São Paulo, na casa da Pitty. Fomos para a Serra da Cantareira com 14 músicas arranjadas e prontos para gravar o disco, mas o isolamento e a imersão proporcionados pela casa funcionaram como estimulantes criativos muito fortes e, antes de darmos conta, estávamos com 22 bases gravadas. Pitty – Na Serra, não fomos para um estúdio propriamente dito. Era apenas uma casa, que adaptamos minimamente para gravar, levando equipamentos, essas coisas.Ficou bem diferente da sonoridade de um estúdio convencional com isolamento acústico. Com o lançamento do primeiro CD, quais os próximos planos? M – Tocar muito. Acabamos de formatar e arranjar o show, que já apresentamos algumas vezes e, a partir de janeiro, pretendemos começar uma turnê desse disco. Em que momento vocês decidiram fazer um projeto paralelo? M – Na verdade, não decidimos. O Agridoce nasceu meio laboratório e meio parque de diversões para nós dois. Tudo começou muito despretensiosamente mas, conforme fomos divulgando as músicas, uma empolgação começou a ser gerada, tanto da parte do público, que foi criando uma demanda pelo projeto, quanto da nossa. P – Quando vimos, já tínhamos um monte de músicas prontas, e fomos compartilhando na internet. Mas nem pensávamos em gravar disco ou ser de fato um projeto paralelo. Fomos fazendo, e quando percebemos, ele já existia por si só. Como está sendo elaborado o show que será apresentado na turnê? Apenas vocês dois no palco? M – Não, dividimos o palco com o Malásia (percussão) e o Loco Sosa (programações). Fomos gravar o disco com as mentes muito abertas quanto a experimentações com instrumentos, timbres e sonoridades, e acabamos gravando ritmos e texturas que ficaram muito marcantes em algumas músicas. Nossa ideia foi transportar o clima do disco para o palco, por isso a inclusão de dois músicos adicionais. Existe a possibilidade de fazer shows em outros lugares? M – Sim. Além do show em Natal, já temos uma apresentação em São Paulo confirmada para o dia 25 de janeiro, no Sesc Pinheiros. A intenção é viajar muito com este projeto e tocar na maior quantidade de lugares possíveis. P – E estamos nos acostumando e gostando cada vez mais de estar no palco com o Agridoce. Então, quanto mais shows, melhor. Enquanto o Agridoce é divulgado, Pitty ficará de férias? Como vocês estão conciliando os dois projetos? P – A turnê do DVD Trupe Delirante já estava prevista para encerrar agora, no fim do ano mesmo. Então, na verdade, a gente vai aproveitar essa brecha que já existe para tocar com o Agridoce. Estávamos conciliando bem até agora, e deve continuar assim. A divulgação do Agridoce foi bem forte na internet. Que dicas vocês podem dar para bandas que estão começando, para que utilizem este meio como ferramenta de divulgação, inspiração etc? M – A internet é, hoje, uma das ferramentas mais fortes de divulgação para um trabalho, tanto pela rapidez quanto pelo amplo espectro de abrangência. Sem falar que, com ela, você tem acesso a um acervo enorme e a quase todo tipo de informação acerca de música. Ter um bom suporte para criação e manutenção de sites e para organizar ações em redes sociais é indispensável. 13.01.2012 por: Ecko postagem: Patrícia ----------------------------------------------------------------------------
Pitty lança temporada do projeto ‘Agridoce’ na Ilha de CARAS A cantora Pitty (34), que deixou o rock um pouco de lado para investir em um som mais voltado para o folk, em seu novo projeto alternativo, o Agridoce, aterrissou na Ilha de CARAS para abrir a temporada do projeto e afirmou estar animada com o novo trabalho. “É uma produção caseira que fiz ao lado de um amigo (o músico e guitarrista Martin, 35). Está sendo um pouco assustador, pois todo mundo já conhece meu disco, que vem com menos rock”, disse. Anteriormente, Pitty chegou a destacar que o álbum é “só mais uma parte da minha personalidade”. Entre as faixas do projeto, estão: Embrace The Devil, Say, 20 Passos, Upside Down, Epílogos, O Porto e Please, Please, Please, Let Me Get What I Want. 07.01.2012 por: Caras postagem: Patrícia ----------------------------------------------------------------------------
Pitty em versão serrana Em companhia do guitarrista Martin, cantora baiana se isola para compor Agridoce, disco acústico e instigante Como outros artistas que um dia resolveram se isolar para compor ou buscar inspiração – pense em Beatles na Índia ou Los Hermanos e seu disco 4 –, Pitty também resolveu fazer diferente. O destino foi a Serra da Cantareira, em São Paulo. E o resultado, Agridoce, álbum acústico que criou com o guitarrista Martin e que dá novas cores à sonoridade da cantora. “Resolvemos levar a gravação pra um ambiente mais estimulante em que pudéssemos viver uma experiência de imersão total na obra”, conta Pitty, em entrevista por e-mail. O disco Blood Sugar Sex Magik, do Red Hot Chili Peppers, também é citado como inspiração. Para gravar o álbum lançado em 1991, a banda norte-americana se deslocou para uma mansão – supostamente mal assombrada. Então, Pitty assumiu o piano. E Martin, o violão. O clima da dupla, que convive há sete anos, era de introspecção e as canções que surgiram – 12 no total – refletem isso. As letras falam do cotidiano, de envelhecer, de encontros e desencontros, sob uma ótica melancólica e reflexiva. “Parecia improvável que essas músicas florescessem num ambiente que não fosse uma extensão de onde elas tinham surgido: minha casa. Buscamos manter o clima que deu início à criação do projeto. Ele nasceu assim, intimista, e achávamos que essas músicas teriam que ser registradas nesse mesmo contexto para continuarem fazendo sentido”, diz Martin. E assim, a simplicidade e o cenário foram influenciando o processo de finalização das composições e gravações. Pois uma gaveta faz papel de bumbo em “Rainy”, somado ao arranjo de vozes e backing vocals de Pitty. A distorção da voz principal contrasta com a suavidade dos vocais. Nessa faixa e em “O Porto”, a técnica “piano preparado” – interferir no som do instrumento colocando objetos sobre suas cordas –, de John Cage, foi utilizada. Em “Rainy”, há garfos estrategicamente posicionados, e, em “O Porto”, guizos. Se analisarmos mais de perto, vemos e ouvimos que as músicas aparentemente são singelas, reconfortantes e delicadas – os instrumentos acústicos, como a escaleta, contribuem para isso. Mas as letras têm peso, às vezes demais. “É algo que faz parte da minha personalidade. Essa melancolia, bem como a ironia ou o entendimento meio ácido das coisas parece ser uma constante quando me observo de fora. Não escolhi, simplesmente é. O meu bom humor é assim, esquisito”, diz Pitty. Para fãs de longa data da baiana, o disco pode soar estranho. Isso porque, além da sonoridade, há canções em português, inglês e versos em francês. O experimentalismo também caminhou nesse sentido. A última música também surpreende. É uma versão minimalista e sensual de “Please, Please, Please, Let me get What I Want”, da banda inglesa The Smiths. “Não gostava na época em que era mais nova e estava totalmente mergulhada no hardcore e metal, mas um pouco depois. À medida em que fui ficando mais velha, as letras do Morrissey começaram a fazer muito sentido pra mim”, conta Pitty, serena e raivosa. Agridoce, enfim. O que achamos Valeu a viagem Se a ideia era experimentar e se divertir, deu certo. Agridoce é despretensioso na medida. É folk também, e rock lo-fi. “Uma vez no inferno, abrace o diabo.” O mantra de quem curte viver a vida intensamente surge, em inglês, na primeira faixa, “Embrace the Devil”, com uma levada folk redonda e pra cima. A base é recheada de guitarras invertidas, sob forte influência de Beatles e John Frusciante. E se você tiver que escolher uma trilha sonora para o fim do mundo – estamos em 2012, afinal –, “Dançando” é uma boa pedida. O primeiro single do disco é um potencial hit. Em “20 Passos”, o riff do violão de Martin anuncia a entrada de uma base marcada por timbres a la Johnny Cash, fazendo cama para o músico cantar pela primeira vez no álbum. Intercalando seu registro com o de Pitty, a música é exemplar para evidenciar a interação dos dois. O refrão de “Say” é meio que um resumo de tudo e a prova viva de que Agridoce não pode ser facilmente carimbado com rótulos. Isso porque há até textura funk dos anos 70 (Motown, Stax) e melodias que remetem a bandas como, vá lá, Arcade Fire. É bom ouvir discos sinceros, que traduzem o momento de vida de seus compositores. Pitty ousou ao fugir dos padrões e da trilha de sua carreira, já estabelecida. Com a ajuda de um ótimo músico, criou um disco instigante, no mínimo. 07.01.2012 por: Cristiano Castilho - Gazeta do povo postagem: Patrícia ----------------------------------------------------------------------------
MELHORES DE 2011: MÚSICAS NACIONAIS 9“Dançando” - Agridoce Pitty mostra o lado folk na primeira música de trabalho do projeto que mantém ao lado de Martin Mendonça. Ela toca piano e, misturando angústias a uma pitada de otimismo, canta tranquilamente, nos oferecendo um lado menos explorado de seu timbre de voz. 01.2012 por: Rolling Stone postagem: Patrícia ----------------------------------------------------------------------------
Pitty e o Agridoce: som solar, música sombria Chamar Agridoce, de Pitty, de folk pode até ter feito sentido num primeiro momento. Mas, depois de 22 dias enclausurados na Serra da Cantareira, com instrumentos ao redor e microfones captando o som ambiente, o disco tomou outra forma. A cantora foi para o piano, e Martin abusou dos violões. Algo sem percussão orgânica, ou bateria, apenas alguns elementos previamente programados no computador. Quando deixaram que o disco falasse por si só, evoluísse da maneira que fosse mais adequado, o álbum cresceu em forma e corpo. Há texturas orquestrais em Romeu, Upside Down e Epílogos, de André T, mas tudo mantendo o caráter minimalista inicial. Martin também canta – como o faz no seu outro projeto, com o baterista Eduardo –, e não decepciona. Soltando a voz em português, inglês e francês, Pitty se mostra poderosa nesse tipo de canção de amor. Um amor destruidor. Um amor que dá vontade de morrer. Um amor desesperado difundido por Morrissey em seu The Smiths. Não por menos, eles fecham o disco com uma versão (fofa) de Please, Please, Please, Let Me Get What I Want, clássico da banda inglesa de 1984, única faixa não assinada por eles. O som leve dá ao disco um formato solar, mas as letras são doídas e sombrias. 26.12.2011 por: Pedro Antunes - Jornal da Tarde postagem: Patrícia ----------------------------------------------------------------------------
Pitty e Martin arrecadam brinquedos em rádio de São Paulo Ao redor de Pitty e Martin não se vê muitos fãs alucinados e histéricos como acontece com muitos artistas Brasil afora. A dupla sustenta uma imagem mais rock’n’roll e alternativa, sempre acompanhada pela galera que curte o som do Agridoce, formado pela cantora e por seu guitarrista. O Agridoce é um projeto paralelo, criado por Pitty e o guitarrista de sua banda, Martin. Os dois se juntaram para um trabalho mais intimista. O álbum recém lançado conta com 12 canções Na tarde desta sexta-feira (16), a dupla esteve na rádio Metropolitana, de São Paulo, para apoiar a campanha que arrecada brinquedos em troca de uma foto ao lado do artista. Entre um fã e outro, Pitty e Martin conversaram com O Fuxico sobre o assédio dos fãs. “É bom ter um feedback bem na sua cara, perceber a reação sobre o que está acontecendo muito de perto. Por outro lado é assustador porque algumas pessoas que entram em certo descontrole emocional quando chegam perto. Eu não me lembro, mas talvez eu já tenha sido assim. Talvez quando eu era adolescente, metaleiro, e visse meu artista predileto, ficasse assim também”, responde Martin. Pitty, que é tranquila como uma legítima baiana, afirma que nunca foi fã de alguém ao ponto de perder o controle. “Para mim é muito estranho porque eu nunca tive isso com ninguém. Por mais que eu fosse fã de um monte de gente, sempre fui muito calma... Acho que sou muito fria!”, confessou a cantora. Sobre o Agridoce, Martin e Pitty têm grandes projetos e expectativas, como tocar em vários outros países, quiçá em outras galáxias, como diz a própria cantora. “Fazer shows em muitos lugares, tem várias coisas bacanas que estão para acontecer e a gente está bem animado. A gente fica inventando roteiro de clipes o tempo todo, já temos o vídeo do ‘Dançando’ – nosso primeiro singles – e vamos pensando nos outros à medida que forem surgindo os singles”, conta a gata de maquiagem forte e cabelos com mechas rosas. E, por último, e não menos importante, O Fuxico quer saber se este projeto do Agridoce terá um único disco, como foi o Tribalistas formado por Marisa Monte, Arnaldo Antunes e Carlinhos Brown. “A gente não sabe. Na verdade nem planejávamos lançar um CD, que dirá saber de um segundo! A gente não planeja as coisas com o Agridoce. A gente vai fazendo. Pode ser apenas um, outro disco de um outro projeto que a gente vai inventar...”, finaliza Pitty com um certo suspense. 16.12.2011 por: Felipe Carvalho - O Fuxico postagem: Patrícia ----------------------------------------------------------------------------
Pitty varia o estilo e lança CD com músicas lentas no projeto Agridoce Em uma matéria muito especial, a TV Garagem do Faustão esteve no estúdio para conversar com a cantora Pitty e o guitarrista Martin. Eles se uniram e criaram o projeto "Agridoce". Os músicos foram para uma casa na Serra da Cantareira e gravaram baladas com a presença de instrumentos incomuns. A ideia surgiu nas horas de lazer, quando a dupla se reunia para experimentar novos sons. E tudo isso deu origem a um álbum de 12 faixas, recheado de surpresas. Tem até uma composição em francês! "Recomendo a qualquer artista que queira passar por uma experiência de imersão completa na arte, na coisa de você se focar para gravar e estar para aquilo todos os dias, todas as horas, o tempo todo", comentou a vocalista sobre a experiência de estar em uma casa durante 22 dias, compondo e gravando o novo disco. 16.12.2011 por: Garagem do Faustão postagem: Patrícia ---------------------------------------------------------------------------- A cantora Pitty é a convidada desta terça no Estúdio i A cantora baiana Pitty é a convidada do estúdio i desta terça. Ela vai falar sobre sobre seu projeto ao lado do guitarrista Martin: “Agridoce”. Eles produziram um álbum sem guitarra e sem instrumentos elétricos, bem diferente do que costumam fazer. No sofá do programa também estarão os comentaristas: Artur Xexéo e Flávia Oliveira. Participe !
Mande seu comentário ou pergunta pra gente. 13.12.2011 por: Natalie Reinoso postagem: Patrícia ----------------------------------------------------------------------------
Roqueira Pitty descobre a leveza do piano Roqueiros de carteirinha, Pitty e o guitarrista Martin – o duo “Agridoce” – compuseram no piano e no violão as músicas de seu primeiro CD, “Agridoce” (Deckdisc), cujo show de lançamento no Rio acontece nesta segunda, dia 12,, no Teatro Sesc Ginástico, dentro do programa Palco MPB, da MPB FM. As cem primeiras pessoas entram gratuitamente, mediante retirada de senha na bilheteria do local. As demais são ouvintes sorteados no portal www.mpbbrasil.com. Pitty e Martin também vão conversar com o locutor Fernando Mansur. Serviço Onde: Teatro Sesc Ginástico - av. Graça Aranha, 187, Centro, Rio de Janeiro Quando: hoje, às 19h Mais informações: tel. (21) 2220-8394 Classificação: 16 anos 12.12.2011 por: Band.com.br postagem: Patrícia ----------------------------------------------------------------------------
Formado por Pitty e Martin, Agridoce seapresenta nesta segunda-feira (12) Formado pela cantora Pitty e pelo guitarrista Martin, o Agridoce é a atração do projeto Palco MPB desta segunda-feira (12). A apresentação, que é gratuita, acontecerá no Teatro Sesc Ginástico, no Rio de Janeiro. O Agridoce é um projeto paralelo entre Pitty e o guitarrista de sua banda, Martin. Os dois investiram em climas intimistas, resultando em 12 canções que fazem parte de um álbum lançado recentemente. A dupla é dona de músicas acústicas, registradas em grande parte por voz, piano e violão. Pitty surpreende cantando não só em português, como em inglês e francês. A cantora explicou que a ideia para o projeto é "fazer os shows que pintarem pelo caminho", em paralelo a sua carreira solo. No repertório do show, estão músicas como Dançando, Alvorada e Romeu. Quem quiser conferir o show da dupla deve pegar senhas na bilheteria, que serão distribuídas a partir das 17h. O evento não é recomendado para menores de 16 anos. Veja abaixo detalhes da apresentação: Agridoce - Rio de Janeiro Quando: Segunda (12), às 19h Onde: Teatro Sesc Ginástico - av. Graça Aranha, 187 - Centro Quanto: Gratuito Informações: (0XX21) 2279-4027 12.12.2011 por: R7 postagem: Patrícia ----------------------------------------------------------------------------
Formado por Pitty e Martin, duo Agridoce faz show de graça no Centro Formado pela cantora Pitty e pelo guitarrista Martin, o Agridoce é a atração do projeto Palco MPB desta segunda-feira, às 19h, no Teatro Sesc Ginástico (Av. Graça Aranha 187, Centro). A baiana explica que a ideia da dupla é "fazer os shows que pintarem pelo caminho", em paralelo a sua carreira solo: — Agora que a turnê do DVD "Trupe delirante" terminou, temos mais brecha na agenda, enquanto a banda principal não retorna desse recesso. Depois é tentar conciliar as duas coisas. No repertório do show, estão canções como “Dançando”, “Alvorada” e “Romeu”, nascidas de várias sessões de improvisos, ao som de Pitty no piano e Martin no violão. Criada despretensiosamente, a dupla acabou virando coisa séria, e os músicos resolveram levar as músicas para o estúdio, que resultou no álbum homônimo lançado recentemente. — Quando “Dançando” apareceu, o Agridoce já tinha nascido e a gente nem viu. Talvez o mais significativo pra mim tenha sido o fato de o projeto ter ganhado vida própria. Num determinado momento, tínhamos pessoas ao redor compartilhando uma empolgação que antes era só nossa — conta Martin. Cem senhas serão distribuídas na bilheteria a partir das 17h. O evento não é recomendado para menores de 16 anos. 12.12.2011 por: Giselle de Almeida - Extra postagem: Patrícia ----------------------------------------------------------------------------
Veja como foi o pré-lançamento do show do Agridoce, na Mix TV A Mix TV gravou ontem, com exclusividade, o pré-lançamento do show do novo projeto da Pitty e do guitarrista Martin Mendonça, o Agridoce. A apresentação rolou no Teatro da Unip e reuniu fãs e convidados especiais. Em breve, você poderá conferir o especial “Mix Ao Vivo: Agridoce” completo em nossa programação. Por enquanto, fique com
fotos da passagem de som e do show. 08.12.2011 por: Mix TV postagem: Patrícia ----------------------------------------------------------------------------
Pitty e Martin gravam show do Agridoce para a Mix TV Metade da banda conhecida por hits como Me Adora e Na Sua Estante, Pitty e Martin mostraram seu novo projeto, o Agridoce, no Teatro Unip, na noite dessa quarta-feira (7), em São Paulo. A apresentação faz parte do programa Mix Ao Vivo, que será exibido pelo canal Mix TV ainda em janeiro Nesta empreitada, Martin e Pitty deixam sua "eletricidade" dos palcos de lado para assumir, sentados, apenas violão, piano e voz. O show ainda contou com dois instrumentistas na percussão e programações eletrônicas, que ajudaram a completar o som e aproximar o show ao vivo do que foi gravado, mas sem perder o ambiente intimista do projeto. Ao piano, Pitty fez questão de "acalmar" fãs, muitas vezes histéricas, neste projeto menos elétrico. "Vocês devem achar estranho. A gente ainda gosta de pular e ficar louco no palco", disse. A cantora baiana ainda brincou com parte de seus seguidores que gritavam exageradamente entre as canções. "Calma, gente. Puberdade, eu entendo", brincou. A dupla - ou quarteto nesta apresentação - tocou as músicas que estão no seu primeiro disco, lançado pela Vigilante, selo da Deckdisc. O público, boa parte formado por convidados ganhadores de promoções, correspondeu com palmas e letras na ponta da língua. Canções como a boa Say e o primeiro single Dançando foram cantadas empolgadas, mesmo com o clima de uma gravação de TV, algo bem longe de um show de verdade. Além destas, a dupla ainda tocou 130 Anos, 20 Passos e Romeu, parte delas que dão oportunidade aos fãs de conhecerem o lado cantor do guitarrista Martin. A principal dificuldade do Agridoce, que foi gravado em uma casa na Serra da Cantareira, poderia ser reproduzir arranjos mais instrospectivos para o público, mas os músicos cumpriram sua tarefa. "É estranho tocar isso para vocês. É como se fosse algo que a gente só faz em casa e ninguém vê", definiu Martin. A gravação ainda contou com Please, Please, Please Let Me Get What I Want, cover do Smiths, que fecha o álbum, e não era prevista para fazer parte do repertório. "Agora é nossa", brincou o guitarrista. 08.12.2011 por: Osmar Portilho - Terra postagem: Patrícia ----------------------------------------------------------------------------
Pitty cria projeto musical Agridoce A cantora Pitty e o guitarrista de sua banda, Martin Mendonça, resolveram investir em projeto paralelo batizado de Agridoce. A proposta é trazer um estilo diferente do que está acostumada fazer. Ela batizou o novo trabalho como fofolk (folk fofo). O primeiro clip Do Agridoce, Dançando, foi lançado na última semana. Ele foi dirigido pelo fotógrafo Otávio Souza. A gravação do álbum e do clip foram feitas em um estúdio montado na Serra da Cantareira, em São Paulo. A baiana comentou que o primeiro trabalho da banda demorou 22 dias para ficar pronto e que os artistas que mais influenciam o novo trabalho são Leonard Cohen, Nick Drake, Jeff Buckley e Elliot Smith. 05.12.2011 por: Raphaela Cunha - O Fuxico postagem: Patrícia ----------------------------------------------------------------------------
Longe da zona de conforto O que impede qualquer músico de sair da linha musical conhecida e confortável que o consagrou? Nada. E é exatamente disto que trata 'Agridoce' (Vigilante, R$ 24,90 em média). O projeto - encabeçado pela roqueira Pitty e pelo guitarrista de sua banda, Martin - nasceu na sala da cantora e veio da vontade da dupla em experimentar e se arriscar num terreno distante dos já conhecidos. O delicado álbum de estreia traz 12 composições com letras em português, inglês e francês, e mostra pelas belas composições que tem tudo para cativar novo público e quebrar barreiras entre vertentes musicais. Acústico e enriquecido por diversas sonoridades que vão desde o violão a "sons ‘inventados' de porta simulando bumbo, por exemplo", como explica Pitty, 'Agridoce' é disco cheio de vida. "Minha maior inspiração para fazer este disco foi a descoberta, o frio na barriga de fazer algo novo. Estava muito empolgado com essa troca de papéis, essa coisa de tocar violão, cantar, e com a liberdade criativa que esse projeto abraçava", conta Martin. De clima intimista e profundo, o álbum traz canções melancólicas como 'Dançando' que, assim como a faixa 'Romeu', abusa nos experimentos e nos belos arranjos. Vale destacar também '130 Anos' e 'Embrace The Devil', nascidas a partir de improvisos. Pitty destaca as texturas que a dupla conseguiu criar. "O jeito que as duas vozes funcionam, essa coisa de ter energia masculina e feminina se equilibrando", conta. 'Agridoce' é descoberta pessoal para ambos os músicos. Pitty conta que não se imaginaria encabeçando projeto desses há alguns anos. "Aprendi a me deixar levar pelas minhas vontades e desejos que aparecem ao longo do caminho". Agora é esperar pelo próximo. 29.11.2011 por: Vinícius Castelli - Diário do Grande ABC postagem: Patrícia ----------------------------------------------------------------------------
Pitty cria projeto Agridoce, em vez de sair de férias: 'sou meio musicaholic' Duo formado pela cantora com Martin, músico de sua banda, lança disco.Em entrevista ao G1, ela fala de 'fofolk' feito em português, inglês e francês. Projeto acústico de Pitty com Martin, músico de sua banda, o Agridoce não tem instrumentos plugados ou letras contudentes que semprem tomaram conta do repertório da cantora baiana. A estreia leva o nome da banda, definida por eles como representante do "fofolk", folk um bocado mais fofo. "Era só uma piada interna que eu resolvi contar no MySpace quando disponibilizamos a primeira música. E, apesar do termo ter sido colocado lá entre aspas e de eu ter deixado claro que era uma brincadeira, as pessoas levaram a sério. Nunca foi uma tentativa de se criar um estilo ou algo assim, era uma definição em tom divertido sobre o que estávamos fazendo", conta Pitty ao G1. Martin, que toca violão e canta no Agridoce, completa: "Tanto essa suposta definição quanto a sonoridade podem afugentar ouvintes acostumados ao trabalho de Pitty, e esse é um processo natural e talvez até necessário. Agridoce é outro trabalho, com outras referências e prioridades." Para eles, o fato de o disco ter sido concebido em um estúdio na Serra da Cantareira, em São Paulo, influenciou a produção de faixas como "Dançando", "Say" e "20 passos". "Nos isolarmos do 'mundo real' foi extremamente importante", atesta a cantora. "Era uma tentativa de se aprofundar no clima que tínhamos conseguido na gravação das demos aqui em casa. Sem horários pré-definidos, sem burocracia. Para a audição, uma certa introspecção pode ser benéfica, mas não o isolamento total." No CD, Pitty canta em inglês ("Upside down", "Rainy") e francês ("Ne parle pas"). Mas não foi a primeira vez que ela abandonou o português durante alguns versos. "Já rolava desde o meu primeiro disco", recorda ela. "O primeiro single 'Máscara' tinha uma parte em inglês. Nesse mesmo disco, 'I wanna be' cujo refrão era em inglês, e no 'Anacrônico' havia 'Ignorin'U', música inteira nesse mesmo idioma. Gosto de misturar. Aí pintou o francês dessa vez." A roqueira define o disco como "melancólico, reflexivo e introspectivo" e explica a escolha dos adjetivos. "Tudo contribuiu para que ficasse desse jeito: só dois fazendo, ninguém mais ao redor, a sala de casa, piano e violão que possibilitam tocar, e por consequência cantar mais baixo." Embora a brincadeira do "fofolk" tenha sido um cartão de visita para o som do Agridoce, eles fazem questão de deixar claro que não é só o estilo que tem espaço entre as referências do duo. "A gente não se espelha em folk necessariamente. Dos artistas e discos mais recentes, tem um projeto do Sean Lennon e da Charlotte Kemp Muhl chamado Goast of A Saber Tooth Tiger que tem bem a ver em termos de sonoridade", elege. Outros nomes citados são Karen O and The Kids, Eddie Vedder (na trilha sonora de "Na natureza selvagem"), Wilco e Iron & Wine. Como o disco foi concebido durante suas férias, resta perguntar: não existe uma necessidade de gastar seu tempo livre com algo que não seja música? "Eu sou meio 'musicaholic' mesmo, mas pode ser que num outro momento sinta vontade de fazer outra coisa. Gosto de produzir, criar, isso me faz feliz. Quem sabe nas próximas férias eu não viaje...", diz Pitty, que completa rindo: "Para assistir a algum festival lá fora." 23.11.2011 por: Braulio Lorentz - G1 postagem: Patrícia ----------------------------------------------------------------------------
Projeto paralelo revela lado mais suave dos baiano Pitty e Martin O que era apenas uma distração acabou virando o primeiro CD homônimo da dupla Após três álbuns de estúdio, mais de um milhão de cópias vendidas e se tornar a maior roqueira brasileira da atual geração, Pitty, 34 anos, muda o ritmo para enveredar por caminhos mais tranquilos. Da amizade e parceria com Martin Mendonça, 35, guitarrista de sua banda, surgiu o duo Agridoce, projeto paralelo baseado em experimentações. E o que, a princípio, era apenas uma distração, acabou virando o primeiro CD homônimo da dupla. “Aconteceu naturalmente. As músicas não paravam de surgir, cada vez que a gente se encontrava o fluxo criativo era enorme, jorravam melodias e ideias”, explica ela. “E aí, além da gente, todo mundo ao redor foi se empolgando também e alimentando o devaneio de isso virar um disco”. Para se inspirar e chegar às suaves melodias que agora compõem o CD, os dois deixaram para trás toda a loucura de São Paulo, e, com o produtor Rafael Ramos, da Deck Disc, a tiracolo, subiram a Serra da Cantareira, ao Norte da capital paulista. Eles se isolaram por quase um mês em um espaçoso sobrado alugado, compondo e experimentando instrumentos - e qualquer objeto que emitisse som. “Ficamos por 22 dias, praticamente isolados do resto do mundo, pois não tínhamos televisão e a internet e o telefone quase nunca funcionavam”, relembra a cantora, que, com o projeto paralelo, mostra uma versatilidade artística ainda não explorada. No álbum, ela toca violão e piano, canta em portugês, inglês e francês. O novo trabalho permitiu que sua relação com o piano se estreitasse. O instrumento fez parte da sua vida acadêmica, na Escola de Música da Universidade Federal da Bahia, que ela não chegou a concluir. “Sempre fui apaixonada pelo instrumento. Ganhei um piano de armário há uns quatro anos, e fui fuçando. Olhei para o piano e falei: ‘Ei, cara, somos eu e você. Vamos lá’”. O lado suave da roqueira também veio à tona. Mas, não se engane. A inquietude e as divagações, marcas de sua carreira e personalidade, continuam lá. Que o diga a letra de Dançando, música de trabalho: “Eu sei que lá no fundo há tanta tristeza no mundo. Eu só queria enxergar... Algo pra justificar uma vida morna”. Da mesma forma, Martin Mendonça, guitarrista de Pitty há seis anos e cria do heavy metal baiano, deixa evidente uma fase, digamos, mais delicada. Aqui, o virtuosismo e os rifs pesados de guitarra são substituídos pelas dedilhadas no violão. “Na verdade, esse lado sempre existiu nos dois, a diferença é que agora o Agridoce apareceu como catalizador dessa suavidade. Não significa uma mudança de direção ou abandono das tendências anteriores”, ressalta ele. Pitty tem uma visão menos certeira no que se refere ao que pode ser entendido pelo público e pela crítica como novos rumos na carreira. “O que importa é fazer e exercer criativamente tudo o que me der vontade. Não acho que precise ser tudo tão delimitado assim. Agora que o disco existe, é deixar rolar o que tiver de rolar”, divaga a cantora, que conquistou mais admiradores. “Tem gente que já gostava do meu trabalho solo e também se identifica com Agridoce, bem como gente que não gostava daquele som e gosta desse agora”, avalia, para em seguida concluir: “Os mais velhos parecem se identificar mais com a sonoridade”. Por ora, a suave batida sonora de Pitty e Martin só pode ser conferida no álbum, à venda nas lojas e disponível no site da dupla em streaming (para ouvir sem baixar). O clipe de Dançando, dirigido por Otávio Sousa, também está lá. Show confirmado até agora apenas em Natal, em 22 de janeiro. “A intenção é levá-lo pra onde nos chamarem e Salvador, com certeza, faz parte desse desejo”, comenta Martin. Menos acostumada a se apresentar na terrinha, Pitty apela: “Queremos Salvador, por favor!!”. 22.11.2011 por: Nilma Gonçalves - Correio 24 hrs Bahia postagem: Patrícia ----------------------------------------------------------------------------
Pitty revela projeto inédito, melancólico e introspectivo Disco experimental traz canções feitas de forma despretensiosa junto a Martin, guitarrista da banda da cantora Pitty é hoje, inegavelmente, um dos principais nomes do mainstream. A roqueira sabe como ninguém trafegar por todos os tipos de públicos, vários formatos de emissoras de rádio, ser admirada até mesmo por muitos que vivenciam o universo underground. E a cantora deve ganhar ainda mais respeito entre os fãs e a crítica com o disco “Agridoce” (Deck), desenvolvido ao lado do guitarrista de sua banda, Martin. O álbum é totalmente diferente de tudo que a roqueira vem fazendo desde a explosão do hit “Máscara”. Traz composições introspectivas, criadas de forma despretensiosa, tendo violão, piano e vários objetos como instrumentos musicais. As gravações não aconteceram em um tradicional estúdio, mas numa casa na Serra da Cantareira, com direito a interferências dos ruídos da floresta de São Paulo – inclusive, um passarinho dá o ar da graça na faixa “130 Anos”. Ao lado da dupla, apenas o produtor Rafael Ramos (diretor artístico da Deckdisc), o engenheiro de som Jorge Guerreiro e o fotógrafo Otávio Sousa. “O projeto nasceu como um passatempo, nos encontrávamos na casa dela para cozinhar, conversar e tocar. As músicas nasceram desses momentos, geralmente um dos dois tinha uma ideia e juntos desenvolvíamos o que faltava. Gravávamos tudo lá mesmo e depois postávamos no Myspace do Agridoce”, conta Martin. “As músicas têm esse caráter introspectivo exatamente por isso: uma sala de apartamento foi o local de nascimento”, complementa Pitty. “Agridoce” foi criado num momento de descanso, de libertação do intenso trabalho desenvolvido por um grupo que viaja o Brasil inteiro, de janeiro a janeiro. “O conceito está muito relacionado com experimentação e liberdade criativa. Tentamos deixar as coisas mais abertas possíveis dentro desse projeto, sem muitas regras ou métodos. Se a ideia é boa e se soa bem, fazemos”, explica Martin. Para que essa libertação pudesse ser explorada nos mínimos detalhes, a escolha da casa, em vez do estúdio, foi fundamental. A intenção, de acordo com Martin, era fugir de um ambiente asséptico e formal dos estúdios tradicionais. Mesmo que o local não oferecesse uma estrutura tradicionalmente necessária para uma gravação, foi levado para a Cantareira o que a gravadora tinha de melhor em tecnologia. Houve improvisos, sim, mas calculados. De acordo com Pitty, foi uma maneira da dupla explorar melodicamente a ideia da tristeza, do coração partido. “Esse experimentalismo é mesmo a pedra fundamental, pode caminhar pra muitos lados. A coisa de explorar e de dar vazão à melancolia tanto em sonoridade quanto em lírica também existe”. As letras nasceram das anotações de uma cantora que escreve constantemente, não necessariamente para músicas. “Algumas dessas coisas que estavam guardadas acabaram sendo utilizadas no Agridoce, outras surgiram para o projeto. O teor altamente pessoal e reflexivo vem daí, do fato de que no começo eu achava que ninguém iria escutar essas letras. Não escrevia pensando que alguém fosse ler, e nessas horas você rasga o coração mesmo. Martin escreveu ‘20 Passos’, fizemos juntos ‘Upside Down’, e eu fiz as outras. Mas apesar disso enxergo muito dos dois em todas, porque só finalizamos uma música quando ambos se identificam com o que está sendo dito, mesmo que um só tenha escrito”, explica Pitty. 21.11.2011 por: Cinthya Oliveira - Hoje em dia postagem: Patrícia ----------------------------------------------------------------------------
Pitty e Martin falam do novo projeto, Agridoce A baiana Pitty é daquelas que tem a alma inquieta. Depois de anos à frente de uma banda e rock, ela mostra seu lado folk em seu novo projeto, Agridoce, ao lado do guitarrista Martin Mendezz, que também integra a sua banda principal. Nas palavras da própria, são esses momentos de descoberta de algo novo, da possibilidade de fazer diferente que a mantém em movimento. A parceria Pitty-Martin parece um encontro predestinado, desses que a música costuma oferecer. Para dar vida ao projeto, nascido durante os intervalos da banda, com Pitty explorando mais o piano e Martin o violão, a dupla se isolou em uma casa na Serra da Cantareira, em São Paulo. Lá eles gravaram todo o disco, isolados da cidade e imersos numa onda criativa e reflexiva que, a princípio, seria apenas dos dois, mas acabou para sorte dos fãs - e insistência do produtor Rafael Ramos -, sendo dividida com o público. Ali, em uma casa com ares mágicos, tudo poderia virar instrumento, e foi mais ou menos o que aconteceu. Na entrevista ao SaraivaConteudo, Pitty e Martin contam mais dessa parceria descompromissada que acrescenta um novo capítulo à carreira desses dois baianos arretados 18.11.2011 por: Andréia Silva - Saraiva conteúdo postagem: Patrícia ----------------------------------------------------------------------------
Pitty madura em novo CD “Somos garotos de meia-idade”, brinca Pitty Leone, ao se referir a ela e ao guitarrista de sua banda, Martin Mendezz. Os dois têm 34 e 35 anos, respectivamente, e resolveram se aventurar por novos territórios musicais. Em agosto deste ano, fizeram as malas e se isolaram, durante quase um mês, na serra da Cantareira (zona norte de SP). No estúdio improvisado em uma casa de campo, o duo produziu o álbum Agridoce, o primeiro do projeto homônimo. Os fãs da cantora vão se surpreender com a sonoridade do disco - totalmente diferente de tudo o que Pitty já fez. “Estava pensando, um devaneio meu: quando a gente é adolescente, gosta de coisas mais diretas e barulhentas, hardcore, metal. Só fui entender outras sonoridades depois que fiquei mais velha”, diz Pitty. Agridoce nasceu por acaso, em dias de folga dos dois. “Martin e eu estávamos fazendo um som em casa, há um ano e pouco, e nem pensávamos em mostrar para ninguém”, conta Pitty. Canções suaves e letras “alegres e tristes”, como define Martin, dão o tom ao repertório, que tem como base arranjos para piano (tocado por Pitty) e violão (com Martin, que também canta). “A gente estava escutando bastante folk, foi uma das influências”, diz Martin. “É uma aventura nova, com gostinho de descoberta, mas a adolescente hardcore ainda está aqui. Ano que vem vou lançar um disco de rock com a minha banda”, avisa Pitty. 15.11.2011 por: O Povo Online- Fortaleza postagem: Patrícia ----------------------------------------------------------------------------
Pitty desliga os amplificadores e lança projeto 'Agridoce' Com texturas orquestrais e músicas em inglês, francês e português, som difere do rock da cantora Dois amigos, um violão, um piano. Férias, nada para fazer, os outros amigos viajando. Pitty Leone ligou para o guitarrista de sua banda, Martin Mendezz: “E aí, tá fazendo o quê?”, pergunta ela. “Nada”, é a resposta que vem do outro lado da linha. “Então, vem pra cá, ficamos de bobeira por aqui”, disse a cantora. Como resultado do ócio, os dois baianos não demoraram para pegar os instrumentos e começar a brincar. Desses descompromissados encontros, há um ano e meio, surgiu Agridoce, um projeto paralelo dos dois. “Na época, não era nem um projeto. Começou a bater uma abstinência”, explica Pitty. Em julho, decidiram colocar a faixa Dançando no Myspace (site de compartilhamento de música para se ouvir em streaming). Logo, e involuntariamente, garante a dupla, o Agridoce se tornou um projeto de fato. “Todos começaram a falar sobre isso, que era um projeto paralelo. Mas não era nada disso. Ficamos meio cabreiros”, explica Pitty. Martin completa: “Tudo se tornou um projeto só depois, o Agridoce se impôs sozinho”. Com produção de Rafael Ramos, o responsável pelo selo Vigilante – braço de discos alternativos da Deck –, Agridoce cresceu, ganhou 12 faixas, evoluiu, tomou forma física e chega agora às lojas. É um disco que foge de tudo o que já se ouviu de Pitty e Martin, cujo projeto com Eduardo, baterista e também componente da banda da baiana, é rock puro. É algo definido por Pitty, a princípio, como “fofolk”. “Escrevi isso no Myspace. Era uma brincadeira e, de repente, as pessoas já estavam falando que o nosso som é esse. Que estamos criando um novo gênero. Isso não existe!”, diz Pitty. No início, nesta primeira versão, com a voz suave de Pitty cantando “O mundo acaba hoje e eu estarei dançando com você”, acompanhada por um delicado violão de Martin, o gênero faria sentido: era fofo, era folk. “Quando fomos gravar, deixamos as músicas seguirem seus próprios caminhos. Ainda estou meio confuso para tentar entender em que o nosso som se transformou”, diz o guitarrista, que também renega o novo gênero. O disco ganhou vida em agosto deste ano, com a ajuda de Rafael Ramos. “Ele nos ligou e falou que queria fazer um disco com as músicas”, conta Martin. “Não gostamos muito. Era o nosso projetinho”, completa. Pitty diz que os três encontraram uma casa na Serra da Cantareira e lá se estabeleceram por 22 dias. “Deixamos os instrumentos lá. Com microfones espalhados pela casa. Vimos que poderia se tornar um disco, sabe? Até para registrar, para dar carinho para essas músicas”, diz ela. Desplugar os instrumentos, desligar as pedaleiras é algo que tipos como Eddie Vedder (Pearl Jam), Frank Black (Pixies) e Chris Cornell (Soundgarden) já fizeram. O último, inclusive, toca hoje no SWU, às 18h30, só com voz e violão. “Sabe, sempre achei legal isso”, diz a cantora. “É experimentar novas sonoridades. Mostra que tem muito mais coisa ali do que estamos acostumados. É tudo questão de ter vontade.” Ou, no caso de Pitty e Martin, tempo livre. Som solar, música sombria Chamar Agridoce de fofolk pode até ter feito sentido num primeiro momento. Mas, depois de 22 dias enclausurados na Serra da Cantareira, com instrumentos ao redor e microfones captando o som ambiente, o disco tomou outra forma. A cantora foi para o piano, e Martin abusou dos violões. Algo sem percussão orgânica, ou bateria, apenas alguns elementos previamente programados no computador. Quando deixaram que o disco falasse por si só, evoluísse da maneira que fosse mais adequado, o álbum cresceu em forma e corpo. Há texturas orquestrais em Romeu, Upside Down e Epílogos, de André T, mas tudo mantendo o caráter minimalista inicial. Martin também canta – como o faz no seu outro projeto, com o baterista Eduardo –, e não decepciona. Soltando a voz em português, inglês e francês, Pitty se mostra poderosa nesse tipo de canção de amor. Um amor destruidor. Um amor que dá vontade de morrer. Um amor desesperado difundido por Morrissey em seu The Smiths. Não por menos, eles fecham o disco com uma versão (fofa) de Please, Please, Please, Let Me Get What I Want, clássico da banda inglesa de 1984, única faixa não assinada por eles. O som leve dá ao disco um formato solar, mas as letras são doídas e sombrias. 13.11.2011 por: Estadão postagem: Patrícia ----------------------------------------------------------------------------
Pitty comenta as músicas do projeto Agridoce Com pegada mais folk, a dupla investe em melodias mais delicadas, que vão na contramão do trabalho já conhecido da roqueira. A roqueira começou a dar os primeiros sinais de que estava aprontando algo em paralelo em meados de 2010. Na época, soltou um trecho de "Dançando", faixa desse álbum de estreia, que leva o mesmo nome do projeto. Entre as influências citadas pela dupla estão nomes como Nick Drake, Elliot Smith, Velvet Underground, Leonard Cohen e Jeff Buckley. O disco foi gravado em um estúdio montado na Serra da Cantareira, em São Paulo. 12.11.2011 por: TV Folha postagem: Patrícia ----------------------------------------------------------------------------
Pitty e Martin apresentam faixas do projeto "Agridoce" hoje no UOL, às 20h A cantora Pitty e o guitarrista Martin apresentam nesta sexta-feira (11) ao vivo no UOL as músicas de seu novo projeto, "Agridoce". Para gravar seu primeiro disco, os dois se isolaram numa casa na Serra da Cantareira, em São Paulo, durante 22 dias, junto do produtor Rafael Ramos, do engenheiro de som Jorge Guerreiro e do diretor do clipe, Otávio Sousa. Em entrevista exclusiva ao UOL, Pitty resumiu a temporada --inspirada no documentário "Funky Monks", do Red Hot Chili Peppers-- como um universo paralelo. "Essa coisa de 'o tempo é relativo' nunca foi tão verdade. A gente se perdeu no tempo/espaço", contou. Com enfoque às composições acústicas, baseadas em grande parte por voz, piano e violão, as canções do Agridoce também serão adornadas por detalhes em bandolim, ukulele, glockenspell, escaletas e outros elementos. A brincadeira na Agridocelândia --apelido que deram à casa onde ficaram na Cantareira-- foi descobrir novos sons e barulhos diferentes. "Temos muitos tipos de chocalho, pés, palmas, porta, corrente, gaveta de cabeça para baixo", enumera a cantora. O programa será transmitido ao vivo a partir das 20h pela TV UOL e pelos perfis do UOL nas redes sociais. Já é possível ouvir as músicas do álbum no site da dupla. 11.11.2011 por: UOL música postagem: Patrícia ----------------------------------------------------------------------------
Pitty e o guitarrista Martin apresentam o projeto Agridoce em Volta Redonda O projeto Agridoce, da cantora Pitty e do guitarrista Martin, será apresentado nesta terça-feira (8), no Cultura Para Todos, em Volta Redonda. Os artistas farão duas apresentações no Cine Nove de Abril, às 19h e 21h. A abertura ficará por conta do cantor Rick Pop. Os ingressos para os shows podem ser trocados por um litro de leite em caixinha, na bilheteria do cinema, na Vila Santa Cecília. A distribuição começa a partir das 8h desta segunda (7) e terça-feira. O Agridoce é um projeto paralelo da cantora Pitty com seu guitarrista Martin, que surgiu nos intervalos de shows e férias da turnê da cantora. Ela e Martin começaram a compor e tocar músicas de melodias mais delicadas e acento folk, bastante diferente do trabalho autoral da Pitty. Aos poucos Agridoce foi criando forma, ganhou uma página no MySpace, veio o contrato com o selo Vigilante (Deck), um show de estreia no Studio SP e a gravação do álbum que tem 12 canções e chega às lojas neste mês. 07.11.2011 por: UOL música postagem: Patrícia ----------------------------------------------------------------------------
Pitty e o guitarrista Martin apresentam o projeto Agridoce no Cultura para Todos Dia: 08/11 (terça-feira) Horário: 19h e 21h Local: Cine 9 de Abril Entrada: Ingressos devem ser trocados na bilheteria do cinema, por um litro de leite em caixinha, a partir das 8h de segunda e terça-feira. A cantora Pitty e o guitarrista Martin são atração do projeto Cultura Para Todos desta terça-feira (dia 08), em Volta Redonda, com o projeto Agridoce. Os artistas farão duas apresentações, às 19h e 21h. Antes dos shows, na abertura, o público poderá conferir a apresentação do cantor Rick Pop. O Agridoce é um projeto paralelo da cantora Pitty com seu guitarrista Martin, que surgiu nos intervalos de shows e férias da turnê da cantora. Ela e Martin começaram a compor e tocar músicas de melodias mais delicadas e acento folk, bastante diferente do trabalho autoral da Pitty. “O Agridoce representa a nossa vontade de se aventurar em universos musicais distintos do nosso trabalho já conhecido. Explorar novas texturas, novas formas de compor, em instrumentos diferentes para nós. Começou de forma despretensiosa, e isso é algo que a gente pretende manter”, contam eles. Aos poucos Agridoce foi criando forma, ganhou uma página no MySpace, veio o contrato com o selo Vigilante (Deck), um show de estreia no Studio SP e a gravação do álbum. Para estarem totalmente no clima, foi montado um estúdio numa casa da Serra da Cantareira, bem no estilo do som do duo, para onde se mudaram temporariamente: Pitty, Martin, o produtor Rafael Ramos, Jorge Guerreiro (engenheiro de som) e o fotógrafo e cinegrafista Otávio Sousa. Lá, Pitty (voz e piano) e Martin (voz e violão) gravaram as 12 canções que compõe o álbum, que chega às lojas no início de novembro. “Seria interessante que as pessoas exercitassem um desprendimento de tudo o que elas acham que sabem sobre nós na hora de escutar esse projeto”, avisam Pitty e Martin. 05.11.2011 por: Guia VR postagem: Patrícia ----------------------------------------------------------------------------
O lado mais (agri)doce da roqueira Pitty Cantora baiana lança disco do projeto paralelo que tem com seu guitarrista, Mendezz O que fazem durante as férias aqueles cuja profissão é eletrizar plateias com o vigor de seu rock? A cantora Pitty e o guitarrista Martin Mendezz, da banda que acompanha a baiana, são da opinião de que o melhor mesmo é se refugiar nos sons suaves de um violão e um piano. De seus experimentos descompromissados com a música acústica, iniciados há dois anos, surgiu então o Agridoce, projeto que na semana que vem lança seu primeiro disco, homônimo, e faz seu primeiro show. Tudo começou com encontros na casa de Pitty, em São Paulo, para brincar com uns teminhas instrumentais. Quando se deram conta, já tinham uma canção completa, "Dançando". "Ficamos orgulhosos de nós mesmos, era nosso parque de diversões. A gente gravava com muita calma, mixava e botava na internet. Até que chegou a hora de dar outro passo", conta Martin. O outro passo foi procurar um lugar onde pudessem transformar o encontro em disco. A solução veio na forma de uma casa na Serra da Cantareira, para onde levaram instrumentos, equipamentos de gravação, o produtor Rafael Ramos, o engenheiro de som Jorge Guerreiro. Pareciam até os Mutantes nos anos 1970. "A gente até procurou pela casa dos Mutantes, mas ou ela não existia mais ou não estava disponível. Queríamos um lugar que tivesse um espírito de informalidade", explica o guitarrista. De 1º a 22 de agosto, lá ficaram eles, em total isolamento, sem TV ou internet. "A gente só saía pra comprar pão na mercearia. A onda era ficar de pijama o dia inteiro", diz Pitty, que aproveitou para dedicar-se às teclas. No retiro ainda surgiram músicas, como "Embrace the Devil" e a balada "130 Anos", gravada de forma peculiar. "Compusemos em meia hora, na beira da piscina. Aí o Rafael, com aquela mística dele, achou que os passarinhos e a água faziam parte da música. Veio com um gravador de rolo com um canal só funcionando e gravou a base da música", relata Martin. Música doce para pessoas amargas - assim a cantora explica o conceito Agridoce, no qual cabem como uma luva músicas como "Please, Please, Please, Let me Get What I Want", do grupo inglês Smiths, que encerra o CD. A ideia agora, diz Pitty, é que os projetos rolem paralelamente. Agridoce na terça e na quarta, "e o fim de semana liberado para o rock": "O Agridoce foi feito para a gente experimentar e se descobrir. Não espero nada muito grande, apenas me divertir." 05.11.2011 por: SilvioEssinger- A Gazeta postagem: Patrícia ----------------------------------------------------------------------------
Projeto Agridoce, da Pitty, lança nova música Uma nova canção do Agridoce, o projeto musical acústico formado pela cantora Pitty e pelo guitarrista Martin Mendonça, foi divulgada ontem. Epílogos faz parte do disco de estreia da dupla, que chega às lojas no dia 7 de novembro. Já nesta sexta, o disco foi liberado para audição neste link. No Agridoce, Pitty assume os vocais e o piano e Martin, os violões. O projeto tem como inspiração artistas como Elliott Smith e Nick Drake. O disco conta com a música Dançando, cujo clipe já havia sido lançado e que você pode assistir abaixo, e uma versão para Please, Please, Please, Let Me Get What I Want, balada triste dos Smiths. 04.11.2011 por: Atlântida postagem: Patrícia ----------------------------------------------------------------------------
Pitty e Martin Mendezz liberam o primeiro CD do Agridoce na internet Depois de tanta espera, uma surpresinha: acabou de ser liberado (isso mesmo, nada de vazamento) o primeiro álbum do Agridoce, o projeto folk da cantora Pitty e o guitarrista Martin Mendezz. O álbum físico só será lançado na próxima segunda-feira, dia 7 de novembro, mas as 12 músicas estão prontinhas na página do Agridoce no Facebook esperando pela sua audição. 03.11.2011 por: Heloisa Tolipan - Jornal do Brasil postagem: Patrícia ----------------------------------------------------------------------------
Assuntos no Twitter - quinta-feira, 3/11/2011 Entenda os termos que se destacaram na rede social.Veja lista de assuntos no Mundo, Brasil e nas capitais de SP e RJ. Estes são os principais assuntos que entraram na lista de "Trending Topics" da rede social de microblog Twitter nesta quinta-feira, 3 de novembro de 2011. O Twitter mede os assuntos do dia em todo o mundo e também entre os usuários do Brasil e de duas cidades brasileiras: São Paulo e Rio de Janeiro. 3º #agridoce: o 1o álbum da dupla Pitty e Martin Mendezz foi disponibilizado para audição na internet. Agridoce é o projeto paralelo da cantora e do guitarrista. 03.11.2011 por: G1 postagem: Patrícia ----------------------------------------------------------------------------
Ouça Agora o Álbum do Agridoce, Projeto de Pitty e Martin Mendezz O doce e sentimental projeto paralelo de Priscila Leone e Martin Mendez já foi para as lojas e disponibilizado para audição na página oficial do projeto no Facebook. Este é o primeiro cd da Agridoce e foi gravado em 22 dias na serra da Cantareira, próximo a Mairiporã, região metropolitana de São Paulo, com produção de Rafael Ramos e lançamento pelo selo Vigilante – braço indie da Deck, mesma casa da Pitty. A proposta do projeto é valorizar a simplicidade do violão e ukulele de Martin junto das linhas de piano criadas pela Pitty. As influencias vão de Jeff Buckley a Leonard Cohen, mas sem deixar de ter a cara que Pitty imprime em suas músicas normalmente. Coloque aí, também uma versão bem suave de “Please, Please, Please, Let Me Get What I Want”, clássico dos Smiths já amplamente regravado e agora numa versão bastante agridoce. É uma boa chance para os cabeças fechadas ouvirem um som que agrade seus ouvidos indies porém criado por um membro do mainstream brasileiro. 03.11.2011 por: Marcos Xi - Rock in Press postagem: Patrícia ----------------------------------------------------------------------------
Nova música do Agridoce, projeto de Pitty, é revelada aos fãs Nesta quinta-feira (3) foi revelada aos fãs a nova canção do projeto Agridoce, formado pela baiana Pitty e o guitarrista Martin Mendonça. Epílogos faz parte do disco Hormônios, que chega às lojas no próximo dia 7 de novembro. As gravações do álbum aconteceram em um estúdio gravado na Serra da Canteira, em São Paulo. Agridoce foi anunciado em meados de 2010 e conta com música como: "Dançando". além de uma versão de "Please, Please, Please, Let Me Get What I Want", do Smiths. 03.11.2011 por: UOL música postagem: Patrícia ----------------------------------------------------------------------------
Em seu novo projeto, Pitty faz 'música doce para pessoas amargas' O que fazem durante as férias aqueles cuja profissão é eletrizar plateias com o vigor de seu rock? A cantora Pitty Leone e o guitarrista Martin Mendezz, da banda Pitty, são da opinião de que o melhor mesmo é se refugiar nos sons suaves de um violão e um piano. De seus experimentos descompromissados com a música acústica, iniciados há dois anos, surgiu então o Agridoce, projeto que na semana que vem lança seu primeiro disco ("Agridoce") e faz seu primeiro show. Tudo começou com encontros na casa de Pitty, em São Paulo, para brincar com uns teminhas instrumentais. Quando se deram conta, já tinham uma canção completa, "Dançando" ("o mundo acaba hoje/ eu estarei dançando"). VÍDEO: Assista ao clipe de 'Dançando' - Ficamos orgulhosos de nós mesmos, era nosso parque de diversões. A gente gravava com muita calma, mixava e botava na internet. Até que chegou a hora de dar outro passo - conta Martin. O outro passo foi procurar um lugar onde pudessem transformar o encontro em disco. A solução veio na forma de uma casa na Serra da Cantareira, para onde levaram instrumentos, equipamentos de gravação, o produtor Rafael Ramos, o engenheiro de som Jorge Guerreiro. Pareciam até os Mutantes nos anos 1970. - A gente até procurou pela casa dos Mutantes, mas ou ela não existia mais ou não estava disponível. Queríamos um lugar que tivesse um espírito de informalidade - explica o guitarrista. De 1 a 22 de agosto, lá ficaram eles, em total isolamento, sem TV ou internet. - A gente só saía pra comprar pão na mercearia. A onda era ficar de pijama o dia inteiro - diz Pitty, que aproveitou para dedicar-se às teclas. No retiro ainda surgiram músicas, como "Embrace the devil" e a balada "130 anos", gravada de forma peculiar. - Compusemos em meia hora, na beira da piscina. Aí o Rafael, com aquela mística dele, achou que os passarinhos e a água faziam parte da música. Veio com um gravador de rolo com um canal só funcionando e gravou a base da música - relata Martin. Música doce para pessoas amargas - assim a cantora explica o conceito Agridoce, no qual cabem como uma luva músicas como "Please, please, please, let me get what I want", do grupo inglês Smiths, que encerra o CD. Na terça-feira, o Agridoce faz seu primeiro show, no projeto Cultura para Todos, no Teatro Cine 9 de Abril, em Volta Redonda, com Malásia (na percussão) e Loco Sosa (que vai soltar os samples "de tudo que não é violão, nem piano, nem percussão", explica Martin). A ideia agora, diz Pitty, é que os projetos rolem paralelamente. Agridoce na terça e na quarta, "e o fim de semana liberado para o rock": - O Agridoce foi feito para a gente experimentar e se descobrir. Não espero nada muito grande, apenas me divertir. 03.11.2011 por: Silvio Essinger - O Globo postagem: Patrícia ----------------------------------------------------------------------------
Agridoce lança canção pelo Facebook Após divulgar na semana passada o clipe da composição 'Dançando', o recém-surgido o duo Agridoce atendeu aos pedidos dos fãs e lançou a música '130 Anos' através do Facebook. Ambas as faixas fazem parte do primeiro disco da dupla formada pela cantora Pitty e pelo compositor e guitarrista Martin - que também participa da banda da cantora. '130 Anos' foi executada no programa "Segunda-feira Sem Lei", apresentado pela Pitty e que teve Martin como convidado essa semana. Para escutar as canções, é necessário entrar na bandpage do Agridoce no Facebook e "curtir", além dessas, as outras músicas que já estão lá. O álbum deve ser lançado até o fim deste ano pelo selo Vigilante. 02.11.2011 por: Diário do Grande ABC postagem: Patrícia ----------------------------------------------------------------------------
Pitty e Martin lançam ‘Epílogos’, nova do Agridoce Um dos projetos paralelos que mais prometem na música brasileira acaba de lançar mais um single exclusivo aqui pela MTV. O Agridoce, composto pela cantora Pitty e pelo guitarrista Martin, disponibilizou a canção ‘Epílogos’ para audição gratuita no Facebook da MTV Brasil.O disco de estreia, que carrega o mesmo nome do projeto, foi produzido por Rafael Ramos, da gravadora independente DeckDisk, e tem lançamento previsto para o próximo dia 11. 01.11.2011 por: Redação MTV postagem: Patrícia ----------------------------------------------------------------------------
Sabor: Agridoce Pitty acaba de lançar um projeto paralelo. Trata-se de Agridoce, duo formado por ela e o guitarrista de sua banda, Martin. O primeiro disco será lançado no início de novembro, mas o primeiro single, Upside Down, já está no Facebook e também já ganhou clipe. Nele, Pitty e Martin dividem os vocais. Ela ainda toca piano e ele, violão. A ideia do projeto surgiu nos intervalos de shows e férias da turnê da cantora. Ela e Martin começaram a compor e tocar músicas de melodias mais delicadas e acento folk, bastante diferente do trabalho autoral da Pitty. “O Agridoce representa a nossa vontade de nos aventurarmos em universos musicais distintos do nosso trabalho já conhecido”, afirma Pitty. “Explorar novas texturas, novas formas de compor, em instrumentos diferentes para nós. Começou de forma despretensiosa, e isso é algo que a gente pretende manter.” 31.10.2011 por: Ecko postagem: Patrícia ----------------------------------------------------------------------------
Pitty lança primeiro clipe de projeto alternativo, o 'Agridoce' P itty (34) deixou o rock um pouco de lado para investir em um som mais voltado para o folk, em seu novo projeto alternativo Agridoce. Em parceria com o músico Martin, ela lançou o primeiro vídeo da dupla, para divulgar a música Dançando. A canção faz parte do álbum de estreia do projeto, que está em pré-venda online. Pitty e Martin divulgam seu trabalho no MySpace e no Facebook e já têm várias músicas inéditas do disco disponíveis para os fãs. 25.10.2011 por: Caras Online postagem: Patrícia ----------------------------------------------------------------------------
Pitty lança primeiro clipe do projeto Agridoce "Dançando" é o primeiro single a ser lançado em versão de vídeo do projeto paralelo da roqueira Pitty em parceria com o guitarrista da sua banda, Martin Mendonça. Divulgado na segunda-feira, dia 24, o clipe da música faz parte do álbum autointitulado de estreia do Agridoce. Com direção do fotógrafo Otávio Souza, o vídeo mostram Pitty e Martin Mendonça nos bastidores da produção do disco. Tanto a gravação do disco e quanto a do clipe foram realizadas em um estúdio montado na Serra da Cantareiria, em São Paulo (SP). A previsão é de que o álbum esteja nas lojas no final do mês de novembro. 25.10.2011 por: Kboing postagem: Patrícia ----------------------------------------------------------------------------
Pitty lança clipe de Agridoce na Mix e na web Ontem, Pitty esteve no Comando para um bate-papo com Rafa Brites, ao vivo. No programa, a cantora lançou o clipe de ‘Dançando’, primeira música de divulgação de seu projeto paralelo batizado de Agridoce. O vídeo foi dirigido pelo fotógrafo Otávio Sousa e mostra momentos de Pitty e Martin Mendonça, também guitarrista de sua banda, durante a gravação do disco de estreia. 25.10.2011 por: Redação postagem: Patrícia ----------------------------------------------------------------------------
Pitty lança clipe de projeto paralelo A cantora e o guitarrista da sua banda, Martin Mendonça, criaram o Agridoce, com músicas mais intimistas Foi lançado nesta terça (25) o primeiro videoclipe do projeto paralelo da cantora Pitty. Ela e o guitarrista da sua banda, Martin Mendonça, formam o Agridoce, com canções bem diferentes do que é conhecido pelo público. A música "Dançando", que pode ser vista e ouvida na TV Diário, é uma prova disso. A direção do clipe, que reúne imagens dos bastidores da gravação do CD, é do fotógrafo Otavio Sousa. E o CD estará nas lojas a partir do dia 7 de novembro. 25.10.2011 por: Diário de São Paulo postagem: Patrícia ----------------------------------------------------------------------------
Agridoce, projeto paralelo de Pitty, lança clipe inédito O Agridoce, projeto paralelo da roqueira Pitty, lançou em primeira mão, através de seu canal no Youtube, o clipe da música “Dançando”. Muito intimista, o vídeo mostra imagens da cantora e do guitarrista de sua banda, Martin. As imagens foram feitas durante a gravação do álbum de estreia do Agridoce, que deve sair no início de novembro. Pitty alugou uma casa na Serra da Cantareira, extremo norte da capital paulista, para compor este trabalho. O vídeo vem após a roqueira lançar, via Facebook, a faixa “Upside Down”, uma das canções do disco de estreia – ainda sem nome. 25.10.2011 por: Sarah Côrrea- Saraiva postagem: Patrícia ----------------------------------------------------------------------------
Pitty divulga o clipe "Dançando", do projeto Agridoce No final do ano deve chegar ao mercado o projeto paralelo da vocalista Pitty e do guitarrista de sua banda, Martin Mendonça, "Agridoce". Como ela mesma definiu, os dois "se perderam no tempo/espaço". Foram 22 dias confinados em uma casa na Serra da Cantareira, próximo a Mairiporã, região metropolitana de São Paulo. Desse retiro musical surgiram todas as músicas do novo projeto, que segundo Pitty, já são 21. E surgiu também o vídeo da música "Dançando", dirigido pelo fotógrafo Otávio Sousa com muitas cenas gravadas aleatoriamente de vários momentos. Para Pitty, esse momento teve a inspiração do documentário "Funky Monks", do Red Hot Chili Peppers, em uma metáfora ao universo paralelo. "Essa coisa de `o tempo é relativo` nunca foi tão verdade", disse Pitty. Bem diferente do que vemos no palco, as músicas de "Agridoce" são calmas, leves, utlizando na maioria das vezes voz, violão, piano e outros instrumentos não tão convencionais como chocalho, pés, palmas e porta. "O Agridoce é um parque de diversões para a gente", concluiu Pitty. 25.10.2011 por: POP postagem: Patrícia ----------------------------------------------------------------------------
Pitty acha que ainda falta espaço para a mulher Atualmente Pitty trabalha no projeto Agridoce, no qual forma uma dupla com o guitarrista de sua banda, Martin Mendonça, e que é dedicado a canções no formato acústico, utilizando na maioria das vezes violão, voz e piano. O lançamento está previsto para o fim do ano, mas as músicas já estão circulando pela internet. Como as melodias do novo CD são mais tranquilas, Pitty é questionada se este é um reflexo de uma nova fase sua de vida mais calma. Sem pensar duas vezes, ela logo responde à pergunta: “Nem fudendo! Este é só um lado que eu nunca tinha mostrado. Tem muita coisa que nunca mostrei. Vocês acham que as pessoas são tão rasas que são reveladas através de um ‘disquinho’ ou uma entrevistinha? Não, as pessoas são mais profundas que isso”, pontua. Ela conta que as inspirações para compor suas músicas são sempre de sentimentos guardados dentro de si e as canções não são feitas para querer agradar o público. “Infelizmente muita gente não gosta desta minha resposta, mas eu acho que quando você trabalha com a arte tem de ser uma expressão sua, senão você está fazendo encomenda. Se começa a fazer o que as pessoas estão querendo ouvir, perde-se um pouco de sua identidade. Acho que não funciona”. 24.10.2011 por: Felipe Carvalho - O Fuxico postagem: Patrícia ----------------------------------------------------------------------------
"Não sou rasa, tenho muita coisa para mostrar", diz Pitty Prestes a lançar seu projeto paralelo, intitulado Agridoce, em parceria com o músico Martin, a cantora Pitty esteve na premiação do VMB, que aconteceu na noite de quinta-feira (20), em São Paulo, e disse que seu novo trabalho é um complemento de sua essência. "Este não é o meu 'outro lado', é mais uma das várias coisas que tenho para apresentar. Não sou rasa, as pessoas não são tão rasas assim, tenho muita coisa para mostrar". Em seu novo projeto, Pitty deixa o rock um pouco de lado e mergulha no universo do folk. "Os dois estilos me representam, são metades de mim. Quando você trabalha com arte, tem que ter sua expressão, pois se você trabalha por encomenda, você perde a identidade", comentou. No VMB, Pitty concorreu na categoria Clipe do Ano, com a música Só Agora, mas acabou perdendo o prêmio para Emicida. "Acho que todo tipo de reconhecimento é importante. Das poucas premiações que temos na música, temos que dar valor", disse. Pitty aproveitou para comentar as mudanças no formato da premiação. "Eu imagino que seja difícil para quem organiza conseguir equilibrar o que é gosto popular e o que a crítica acha legal. Tem que saber dosar bastante", disse. 21.10.2011 por: GABRIEL PERLINE - Terra postagem: Patrícia ----------------------------------------------------------------------------
''Tem muita coisa que eu ainda não mostrei'', diz Pitty sobre o álbum Agridoce Cantora falou sobre o seu novo trabalho durante passagem pelo VMB que acontece em São Paulo Na noite desta quinta-feira (20) Pitty marcou presença em mais uma premiação do VMB, realizada pela MTV, em São Paulo. Durante o evento, que acontece em São Paulo, a cantora contou para a Contigo! Online sobre a emoção em ter tocado no Rock in Rio 2011: “Foi bom, mas foi bem tenso. Aquele foi o meu maior público de 100 mil pessoas”. Além de fazer shows, Pitty está envolvida em um projeto paralelo e independente e que será intitulado como Agridoce: “O projeto tem musicas mais calminhas do que o som que eu costumo fazer. Na verdade, esse é mais um lado que eu tenho e que eu nunca tinha mostrado”. A cantora ainda complementa: “As pessoas são muito mais do que uma musiquinha, só que tem muita coisa que eu ainda não mostrei”. Questionada sobre a opinião que ela tem da produção do VMB, ela comenta: “Eu acho uma coisa muito complicada porque é muito difícil para a produção conseguir conciliar os votos populares e as críticas”. 21.10.2011 por: Bruno Dias - Contigo postagem: Patrícia ----------------------------------------------------------------------------
Pitty lança projeto paralelo Agridoce Foi lançado oficialmente nesta terça-feira (18) o projeto Agridoce, nova investida musical da roqueira baiana Pitty. A primeira faixa da dupla, formada pela cantora e seu guitarrista Martin, está disponível em uma página no Facebook. Segundo nota enviada à imprensa, Agridoce surgiu entre os intervalos de shows e férias de Pitty. O primeiro álbum do grupo está quase pronto e será lançado logo no início de novembro pelo selo Vigilante, da Deckdisc. Pitty está indicada ao VMB 2011, que acontece nesta quinta-feira (20) na categoria “Clipe do Ano” com o vídeo para “Só Agora”. 18.10.2011 por: IG Jovem postagem: Patrícia ----------------------------------------------------------------------------
Pitty lança versão oficial de single do Agridoce; ouça Depois de muita espera, Pitty finalmente revelou nessa terça (18) o single "Dançando", faixa que vai puxar o primeiro álbum do Agridoce, projeto dela e do guitarrista de sua banda, Martin. A dupla disponibilizou a música no Facebook, mas é possível ouvi-la abaixo também. Gravado num sítio no interior de São Paulo, o primeiro álbum da dupla de "fofolk" (definição da própria Pitty) será lançado nos próximos meses pelo selo Vigilante, divisão da gravadora Deck para novos artistas. A demora para o álbum chegar às lojas se deve ao excesso de material que Pitty e Martin gravaram durante os mais de 20 dias que passaram "em exílio". Inicialmente pensando em gravar 10 ou 11 faixas, a dupla acabou saindo das gravações com 21 músicas e agora estão sofrendo para montar o repertório final da estreia em disco. 18.10.2011 por: TVZ postagem: Patrícia ----------------------------------------------------------------------------
Pitty lança ‘Dançando’, música do projeto Agridoce A roqueira Pitty juntou-se ao guitarrista de sua banda, Martin Mendonça, para uma investida musical um pouco diferente do que estamos acostumados a ouvir dela. Escaleta, piano, violão de nylon, sons de estalos, mãos e pés serviram de condutores sonoros para o projeto folk Agridoce, que, aos poucos, revela mais canções. Hoje, o duo revelou também a capa do disco. A dupla se isolou em agosto numa casa na Serra da Cantareira, em São Paulo, por 22 dias com a única missão de compor. Terminaram o ”confinamento” com uma série de 21 canções prontas, mas nem todas devem entrar no álbum que sai no final do ano. Com letras em inglês, português e até em francês, hoje eles divulgaram a versão completa de “Dançando”. É preciso curtir a página de Agridoce no Facebook para ouvir. 18.10.2011 por: MIX tv postagem: Patrícia ----------------------------------------------------------------------------
Exclusivo: Ouça Dançando, Agridoce Em Junho de 2010, durante os intervalos da turnê do álbum “Chiaroscuro” (2009), Pitty e o guitarrista Martin Mendezz se reuniram na casa da cantora e, influenciados pela música de Nick Drake, começaram a compor algumas canções no esquema voz, violão dedilhado, piano minimalista e letras “ora lúdicas e fofas, ora pesadas e melancólicas”, diferentes do conhecido trabalho autoral da cantora. Surgia o Agridoce, inicialmente idealizado como um projeto folk, e hoje melhor definido como “canção popular melodramática”, cuja premissa está na liberdade criativa de compor sem se prender a rótulos. O projeto, de influências como o supracitado Nick Drake, Leonard Cohen, Sean Lennon, Velvet Underground, Iron&Wine, Elliott Smith e outros, em pouco tempo agradou ao público, que começou a pedir por shows e pelo lançamento de um álbum. “É surpreendente que essas músicas tenham tocado as pessoas”, chegou a declarar Martin. A dupla começou a se animar com a ideia de levar adiante o projeto, mas foi quase um ano depois que o Agridoce arriscou sua primeira apresentação ao vivo. Chegando no palco de maneira um pouco apreensiva, Pitty chegou a pedir: “Espero que vocês sejam compreensivos”. A plateia embarcou na atmosfera intimista e delicada da apresentação, cantando todas as músicas em um coro baixinho. A noite estava ganha. Para o encerramento, Pitty e Martin chamaram ao palco os músicos Hélio Flanders (Vanguart), Bruno Kayapy e Ynaiã Benthroldo (Macaco Bong), Karina Buhr, Pupillo (Nação Zumbi) e a dupla Finlândia, que os acompanharam na dramática “O Porto”.Com a repercussão positiva, finalmente Pitty e Martin fecharam com selo Vigilante (Deck) e, inspirados pelo documentário “Funky Monks”, do Red Hot Chilli Peppers, partiram para a Serra da Cantareira, onde montaram um estúdio caseiro na enorme casa de campo, que batizaram de Agridocelândia. Para os arranjos, além do piano meia cauda, violões, guitarras e chocalhos, apostaram em tirar sons de palmas e pés e improvisar com o que estivesse disponível: porta, corrente, gaveta de cabeça para baixo. “Tem duas músicas que a gente usou a técnica de piano preparado do John Cage, que você interfere o som colocando coisas nas cordas. Numa delas a gente colocou gizo, na outra colocamos garfo”, disse Pitty em entrevista e Martin prosseguiu: “Acabou saindo muita coisa que, na cabeça da gente, poderia ter feito de outro jeito. Pensávamos em colocar cordas, mas descobrimos que um dobro com um ebow e slide, dobrado três vezes, causava essa impressão”. Para lá também se mudaram o produtor Rafael Ramos, o engenheiro de som Jorge Guerreiro e o fotógrafo e cinegrafista Otávio Sousa, que registrou toda a estadia do grupo durante os vinte e dois dias do isolamento. Pitty e Martin acabaram compondo mais do que o previsto, fechando o período de gravações com vinte e uma músicas prontas; entre elas, a balada pop “Upside Down”, recentemente lançada no site oficial do Agridoce (http://agridoce.net).Enquanto isso, sete versões demo continuam disponíveis nas páginas da dupla, além do vídeo promocional da canção “B Day”, realizado por Daniel Weksler. Uma oitava, “Ne Parle Pas” – a única composição em francês – inspirou o produtor Daniel Tejo (Instituto) de tal forma que ele criou um remix trip hop com batidas de dubstep e trompete cool jazz, trazendo uma atmosfera sensual e melancólica à música. A ideia acabou resultando no lançamento de um compacto em vinil colorido 7″, que traz a demo original em um lado e o remix no outro e pode ser comprado exclusivamente no site da loja IdealShop.O aguardado CD, batizado apenas de “Agridoce” e masterizado por Bernie Grundman (Tom Waits), chega às lojas na primeira quinzena de Novembro. O primeiro single, “Dançando” – que em sua versão demo teve o maior número de execuções nas páginas da dupla – estará nas rádios a partir de terça-feira, mas o Scream & Yell já teve acesso e traz o single com exclusividade, além de uma mini-entrevista. Sabemos que o Agridoce surgiu de maneira despretensiosa, influenciado pelo folk de Nick Drake, inclusive sendo apelidado de “fofolk” no começo. Agora que ganhou corpo, o que podemos esperar do CD? Martin: Muita coisa mudou desde os tempos de ensaios e músicas disponibilizadas no MySpace até a finalização do disco. Isso somado ao fato de termos gravado num clima de liberdade criativa tão grande aumentou muito a distância entre a proposta inicial e o produto final. Nunca assumimos um rótulo folk ou minimalista, são apenas dois entre muitos elementos. Pitty: No final das contas, deixamos a coisa voar para o lado que nos desse vontade, descobrindo enquanto fazíamos, a despeito da fagulha inicial que era esse lance mais acústico apenas. O método rústico da gravação dá totalmente o tom do disco; é possível sentir a atmosfera da casa, da madeira do piso e do teto, do ambiente de fora com vazamentos em geral já que não era um estúdio acusticamente isolado. E isso a gente queria mesmo, o clima de uma casa com amigos reunidos respirando música e criando 24h por dia. Hoje não sei como classificar o som, mas acredito que a proposta seja desenvolver canções intimistas e explorar experimentalismos tendo o piano e violão como base. Podem contar um pouco sobre o processo de composição da dupla? Você também compõe no piano, Pitty? Martin: Na verdade não existe um processo de composição, simplesmente vamos acolhendo as ideias que aparecem. Algumas vezes um dos dois traz um esboço e vamos desenvolvendo juntos, noutras um vem com a canção já mais finalizada e o outro interfere no arranjo ou letra. Algumas músicas foram compostas pelos dois a partir de improvisações livres. A regra é não ter regra. Pitty: Tenho a mania de sempre fazer o texto primeiro, com calma, com tempo. No Agridoce foi interessante me ver arrancada dessa zona de conforto algumas vezes, quando tínhamos uma música pronta e Martin me incitava a fazer a letra ali, na hora. Eu dava uma surtada, ficava meio louca, achando impossível de acontecer; mas no final do dia acabávamos tendo a tal canção finalizada. Martin: Criar em parceria gera uma tensão que pode trazer resultados muito legais, as estrofes de “Upside Down” são um exemplo disso. As inspirações para as letras são as mais variadas e apesar delas terem um tom biográfico não são necessariamente sobre experiências reais. Pitty: Pra mim algumas são. Não sei escrever de “fora”. E sim, eu me aventurei a compor no piano. Pitty declarou que quando lançou seu primeiro CD queria sair do marasmo da época, com letras “nem um pouco fofas” e rejeitou lançar a balada “Equalize” como primeiro single, o que deu muito certo. Porém, os tempos são outros, as rádios têm-se oposto a tocar músicas pesadas afirmando que não há um grande público para este tipo de som. Inclusive, no Rock in Rio, o grande momento da banda foi curiosamente durante as baladas. O que mudou em você como artista e o que acha que mudou para o público? Pitty: Em mim não mudou muita coisa nesse sentido. Sempre acho que vale a pena experimentar a contramão pra dar um sacode nas coisas, como tentei fazer no primeiro disco. Hoje em dia talvez nem tivesse rolado, o funil está cada vez mais estreito. E ao mesmo tempo, lançar um disco de canções agora não tem nada a ver com esse afunilamento. Não quero fazer ou deixar de fazer nada movida por essa questão, a mola propulsora da criação é outra. Não sei o que mudou exatamente para o público, exceto pelo fato de que quem gosta de som mais pesado permanece carente de emissoras apostando nesse segmento e corre por outros lados como a internet, por exemplo. 16.10.2011 por: Renata Arruda - Scream & Yell postagem: Patrícia ----------------------------------------------------------------------------
Agridoce lança música 'Upside Down' na web O projeto paralelo da roqueira Pitty com o seu guitarrista Martin ganhou mais uma faixa inédita. O Agridoce, como é chamado o duo, divulgou pelo Facebook a música 'Upside Down', parte do disco de estreia que tem previsão de lançamento para o início de novembro, pelo selo Vigilante, da DeckDisk.Na canção, que assim como todo o projeto pouco tem a ver com a linha de som da Pitty, ela e Martin dividem os vocais - ora em português, ora em inglês - em uma melodia toda lenta e bem trabalhada. 13.10.2011 por: MTV postagem: Patrícia ----------------------------------------------------------------------------
Assuntos do dia no Twitter - quinta-feira, 13/10/2011 Estes são os principais assuntos que entraram na lista de "Trending Topics" da rede social de microblog Twitter nesta quinta-feira, 13 de outubro de 2011. O Twitter mede os assuntos do dia em todo o mundo e também entre os usuários do Brasil e de duas cidades brasileiras: São Paulo e Rio de Janeiro. 5º #uPSIDEdOWN: banda Agridoce, da roqueira Pitty e do guitarrista Martin Mendez, lançou na web a primeira canção do álbum de estreia da dupla. 13.10.2011 por: G1 postagem: Patrícia ----------------------------------------------------------------------------
Pitty mostra em vídeo música do projeto Agridoce; veja o teaser de "Dançando" Enquanto não chega às lojas o primeiro álbum do Agridoce, projeto formado por Pitty e pelo guitarrista de sua banda, Martin Mendonça, a dupla adianta um teaser do primeiro single. A música "Dançando" será lançada oficialmente no dia 18 de outubro.O álbum foi gravado durante 22 dias de agosto numa casa na Serra da Cantareira, próximo a Mairiporã, região metropolitana de São Paulo. Em entrevista exclusiva ao UOL, Pitty resumiu a temporada --inspirada no documentário "Funky Monks", do Red Hot Chili Peppers-- como um universo paralelo. "Essa coisa de 'o tempo é relativo' nunca foi tão verdade. A gente se perdeu no tempo/espaço", contou. O primeiro disco do Agridoce ainda não tem nome, mas está previsto para sair no final do ano pelo selo Vigilantes. "Temos muita música inédita e algumas que já divulgamos no nosso site, mas ainda não sabemos quais delas vão entrar no disco porque acabamos com mais material do que pensamos que teríamos. Temos 21 músicas prontas", disse Pitty na ocasião. 16.10.2011 por: Renata Arruda - Scream & Yell postagem: Patrícia ----------------------------------------------------------------------------
Conhece o Agridoce, projeto paralelo da cantora Pitty? Vinil vai ser lançado no Rock in Rio! Você conhece o projeto paralelo da cantora Pitty com o músico Martin? Bom, se você já for fã, agora poderá comprar um vinil com a versão original e remizadas da música “Ne Parle Pas”, que a dupla lançou em 2010. O lugar escolhido para lançar o compacto, é claro, é o Rock in Rio, que inicia a segunda etapa de shows dessa edição hoje (estamos todos ansiosos, aliás!). O Agridoce é fofo, é folk e é muito legal. O projeto nasceu um tempo atrás nos intervalos de shows da turnê da cantora Agora, se você gostou muito e quer comprar o álbum vai precisar esperar um pouquinho. O primero CD do Agridoce, que ainda não tem nome, está em processo de finalização. Ficou com vontade de ouvir mais? Eu também! 16.10.2011 por: Papel POP postagem: Patrícia ----------------------------------------------------------------------------
Pitty divulga teaser de single inédito do projeto Agridoce A cantora Pitty divulgou nesta semana um vídeo-teaser de "Dançando", single inédito do Agridoce, seu projeto paralelo com o guitarrista de sua banda, Martin Mendezz. O vídeo mostra Pitty e Martin durante as gravações do disco. A música será lançada oficialmente em 18/10. Com pegada folk, a dupla investe em melodias mais delicadas, que vão na contramão do trabalho já conhecido da roqueira. Algumas canções podem ser ouvidas em www.myspace.com/somagridoce. 07.10.2011 por: Folhateen postagem: Patrícia ----------------------------------------------------------------------------
Pitty completa 34 anos nesta sexta-feira, conheça curiosidades sobre sua vida e carreira Pitty completa 34 anos nesta sexta-feira (7), no auge de sua carreira. Considerada uns dos ícones femininos da nova geração do rock nacional, a cantora se tornou ídolo de uma geração com suas letras românticas, politizadas, e sempre agressivas. Com três álbuns de estúdio, Pitty provou que a Bahia vai muito além da MPB, do reggae e do axé, Salvador também sabe fazer rock, bebê! Após sua primeira turnê internacional, a cantora fez um show elogiado no Rock in Rio 2011, na mesma noite em que se apresentaram nomes como Guns ‘N Roses e System Of a Down. Em 2011, Pitty lançou o álbum A Trupe Delirante no Circo Voador, gravado ao vivo na clássica casa de shows do Rio de Janeiro. O single do disco, intitulado Comum de Dois, fala sobre um homem que gosta de se vestir como mulher. Sem papas na língua, a cantora solta o verbo ao afirmar que “o Brasil ainda é um país arcaico nessa questão”. Atualmente, Pitty está se dedicando ao projeto paralelo Agridoce, em parceria com o guitarrista Martin, seu parceiro de banda. O projeto surgiu de uma brincadeira durante as férias da banda principal, mas agradou tanto os fãs que vai ganhar seu primeiro disco. 07.10.2011 por: Virgula postagem: Patrícia ----------------------------------------------------------------------------
Pitty revela prévia de single do projeto paralelo Agridoce O Agridoce, projeto paralelo de Pitty com o guitarrista de sua banda, Martin, revelou nessa quarta (05) o teaser de sua nova música. Prevista para estar no primeiro disco do projeto, "Dançando" foi escolhida como single, que será lançado no próximo dia 16. O vídeo mostra cenas de Pitty e Martin gravando o álbum do Agridoce, que foi todo registrado num sítio na Serra da Cantareira. O teaser também revela um pedaço do que parece ser o refrão da música, uma balada com os dizeres "O mundo acaba hoje / eu estarei dançando com você". Bem diferente da carreira normal de Pitty, a ideia é que o projeto tenha uma sonoridade mais folk e calma, estilo que ela e o guitarrista apelidaram de "fofolk". 06.10.2011 por: Top TVZ Multishow postagem: Patrícia ----------------------------------------------------------------------------
Pitty mostra casa na Serra da Cantareira onde se isolou para gravar disco No alto da Serra da Cantareira, próximo a Mairiporã, região metropolitana de São Paulo, Pitty e o guitarrista de sua banda, Martin Mendonça, já começam a fazer as malas e a desmontar as estruturas que levaram para trabalhar em novas composições. É o fim de um confinamento de 22 dias na Agridocelândia, apelido que deram a uma enorme casa de dois andares alugada para a construção do primeiro disco do projeto Agridoce, que os dois músicos mantêm desde o ano passado em paralelo às atividades da banda.A desconexão da vida prática da cidade foi levada ao total isolamento em uma casa de campo, com uma grande área de lazer com piscina, vista para a serra, lareira e uma sala com piso de madeira e móveis rústicos. Ali, embaixo de um pomposo lustre antigo, está o piano preto meia cauda, uma quantidade de guitarras e violões descansando no sofá, microfones pendurados no teto para captar a ambientação e diversos vinis espalhados. Foi neste lugar que Pitty, Martin, o produtor Rafael Ramos, o engenheiro de som Jorge Guerreiro e o fotógrafo e cinegrafista Otávio Sousa passaram as últimas três semanas fugindo da formalidade de um estúdio convencional. Pitty resume a temporada --inspirada no documentário "Funky Monks", do Red Hot Chili Peppers-- como um universo paralelo. "Essa coisa de 'o tempo é relativo' nunca foi tão verdade. A gente se perdeu no tempo/espaço. Existem algumas coisas que pontuam o seu dia, do tipo você saber que essa é a hora do almoço porque está passando o jornal do meio-dia. E a gente não tinha essa noção, perdemos até o último capítulo da novela ['Insensato Coração', da Globo]", brinca Pitty, lembrando que o lugar é intencionalmente desprovido de TV, internet ou telefone. A ideia de sair do corre-corre da cidade grande era descobrir qual inspiração e interferência estão no meio do mato e distante de tudo. "A gente foi encontrando a dinâmica e o fuso horário daqui para se encaixar. Resolvemos deixar o tempo se fazer, porque é tudo muito orgânico. Então se a gente não estava inspirado num momento, não tínhamos a pressão que temos em um estúdio com tempo cronometrado", compara Martin. Nem visitas de amigos ou família passaram pelo portão da casa, que está localizada após as curvas sinuosas da serra. "Só vieram um rapaz para afinar o piano e outro para limpar a piscina. Eles foram ótimos, eficientes e silenciosos, mas ainda assim você sentia uma quebra [no ambiente] muito suave. Então naturalmente a gente foi se fechando para o mundo", conta o guitarrista. Experimentações sonoras.O primeiro disco do Agridoce ainda não tem nome, mas está previsto para sair no final do ano pelo selo Vigilantes. "Temos muita música inédita e algumas que já divulgamos no nosso site, mas ainda não sabemos quais delas vão entrar no disco porque acabamos com mais material do que pensamos que teríamos. Temos 21 músicas prontas", comemora Pitty. Com enfoque às composições acústicas, baseadas em grande parte por voz, piano e violão, as canções do Agridoce também serão adornadas por detalhes em bandolim, ukulele, glockenspell, escaletas e outros elementos. A brincadeira na Agridocelândia foi descobrir novos sons e barulhos diferentes. "Temos muitos tipos de chocalho, pés, palmas, porta, corrente, gaveta de cabeça para baixo", enumera a cantora. A experimentação em sons já conhecidos também foi liberada. "Tem duas músicas que a gente usou a técnica de piano preparado do John Cage [compositor e teórico musical norte-americano], que você interfere o som colocando coisas nas cordas. Numa delas a gente colocou guizo, na outra colocamos garfo", adianta Pitty. "Acabou saindo muita coisa que, na cabeça da gente, poderia ter feito de outro jeito. Pensávamos em colocar cordas, mas descobrimos que um dobro com um ebow e slide [aparelhos para guitarra], dobrado três vezes, causava essa imprensão", conta Martin. Com o fim das gravações na serra, a dupla agora vai levar o material para estúdio, finalizar pequenos detalhes, e mixar. Ainda não há planos para levar o novo trabalho aos palcos, mas Pitty e Martin já sentem saudades da temporada de confinamento. "Foi uma experiência. O Agridoce é um parque de diversões pra gente", diz ela, amparada pelo guitarrista: "É surpreendente que essas músicas tenham tocado outras pessoas, porque para nós era uma coisa muito despretensiosa". 24.08.2011 por: Mariana Tramontina - UOL postagem: Patrícia ----------------------------------------------------------------------------
Assista ao teaser das gravações do primeiro disco do projeto Agridoce, da Pitty Vídeo mostra a interação da cantora e do guitarrista Martin Mendonça em estúdio Foi divulgado na internet um primeiro teaser das gravações do disco do projeto Agridoce, da cantora Pitty ao lado do guitarrista Martin Mendonça. O vídeo, feito por Otavio Sousa, mostra a dupla em estúdio. Veja abaixo.O Agridoce foi anunciado em meados de 2010, mostrando um lado mais acústico. Consistindo basicamente de Pitty nos vocais e ao piano e Martin nos violões, o Agridoce declara como inspiração nomes como Elliott Smith e Nick Drake. As gravações irão acontecer em um estúdio montado na Serra da Canteira, em São Paulo."Brincávamos chamando de 'fofolk': folk fofo. Mas nem sempre. Melodias suaves aos ouvidos, mas letras nem sempre leves ao coração", descreve a dupla no MySpace oficial. O disco ainda não tem previsão de lançamento, mas será lançado pelo selo Vigilante, da Deck. 24.08.2011 por: Redação Rolling Stone BR postagem: Patrícia ----------------------------------------------------------------------------
Pitty grava projeto paralelo A cantora Pitty começou gravar o primeiro disco do Agridoce, projeto musical paralelo que mantem com o guitarrista de sua banda, Martin Mendonça. O duo, que tem uma pegada bastante acústica e mais experimental em comparação ao pop-rock que Pitty costuma tocar, foi anunciado no ano passado. Neste projeto, que tem letras em português, francês e inglês, a dupla divide os vocais, Pitty toca piano e Martin, violão. No perfil do Myspace é possível conferir algumas músicas. Ainda não há previsão para o lançamento do álbum. 02.08.2011 por: Mix postagem: Patrícia ----------------------------------------------------------------------------
Agridoce - Projeto paralelo da Pitty! Dia 18/10 rola o lançamento do primeiro single do projeto! O que começou quase como uma brincadeira e foi amadurecendo nos intervalos de shows e nas férias da turnê da cantora Pitty... Virou coisa muito séria e o Agridoce é uma realidade. Pra quem ainda não se habituou com esse nome, Agridoce é o projeto paralelo da Pitty junto com o seu guitarrista Martin. Pitty e Martin começaram a compor e tocar músicas de melodias mais delicadas e acento folk, bem diferente do trabalho autoral da cantora. O primeiro single do Agridoce - "Dançando" - vai ser lançado oficialmente dia 18 de outubro. 10.06.2011 por: 89 FM postagem: Patrícia